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Que os Deuses te guardem na palma de suas mãos.Abençoadas/os sejam!
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quinta-feira

O CHAMADO DA DEUSA


"Ouçam vós as palavras da Grande Mãe, que desde os dias antigos foi chamada entre os homens de Ártemis, Astarte, Dione, Melusine, Aphrodite, Cerridwen, Diana, Arianrhod, Bride e por muitos outros nomes.


Nos meus altares na juventude da Lacedaemon em Esparta faziam-se sacrifício a mim. Sempre que vós tiverdes quaisquer necessidades, uma vez ao mês, e melhor seria quando a lua estiver cheia, então vós deveis vos reunir em algum local secreto e adorar o meu espírito, eu que sou a Rainha de todas as bruxarias e magias.


Lá vós deveis vos reunir, vós que estais ardorosos para aprender toda a feitiçaria, mas que ainda não aprendeis os seus segredos mais profundos; a estes eu vou ensinar aquilo que ainda é desconhecido.


E vós deveis ser livres de toda servidão; e como sinal de que vós sois realmente livres, vós deveis apresentar-vos nus em seus ritos, tanto os homens quanto as mulhers, e vós deveis dançar, cantar, comer, tocar música e fazer amor, tudo em meu louvor.


Há uma Porta Secreta eu criei para construir um caminho para provar mesmo na terra o elixir da imortalidade. Diga, 'deixe o êxtase ser meu e alegria na terra mesmo ser minha, Minha'. Pois eu sou a Deusa graciosa. Eu dou prazeres inimagináveis na terra, certeza, não fé, ainda em vida! E após a morte, paz inexprimível, descanso e êxtase, e eu não exijo nada em sacrifício.


Ouçam vós as palavras da Deusa Estelar.


Eu vos amo: eu sinto a vossa falta: pálidos ou corados, velados ou voluptuosos.


Eu, que sou toda prazer e embriaguês dos sentidos mais secretos, vos desejo. Vistam as vossas asas, acordem o esplendor reprimido dentro de vós.


Venham a mim, pois eu sou a chama que queima no coração de cada homem e o centro de cada Estrela.


Deixem que seja o seu self divino mais profundo ser o que permanece absorto em êxtase de gozo eterno.


Deixem que os rituais executados corretamente com alegria e beleza. Lembrem que todos os atos de amor e prazer são meus rituais. Então deixe haver beleza e força, riso solto, força e fogo dentro de vós.


E se vós dissereis 'eu rumei em tua direção e isso não me beneficiou', seria melhor vós que vós dissestes 'eu chamei por ti e esperei pacientimente e tu estivestes comigo desde o começo', pois aqueles que sempre me desejaram devem sempre me alcançar, mesmo ao fim do desejo."






Karla

terça-feira

GESTAÇÃO E PARTO COMO SÍMBOLOS DA DEUSA

"Somente a vida simbólica pode expressar a necessidade da alma - a necessidade diária da alma... E porque as pessoas não têm tais coisas, elas nunca saem desse moinho - esta vida banal, terrível, opressiva, na qual não são "nada mais que". No ritual, elas estão próximas a Deus; elas são divinas".
C. G. Jung (1939)


O simbólico é o que transcende a estreiteza da consciência pessoal. Perceber a gravidez e o nascimento como símbolos enriquece e promove crescimento, abrindo o feminino para uma religação com sua base Feminina Vital mais profunda.


Assim como a água sempre corre para o fundo, a grávida é levada para mais baixo e para mais dentro, em maior proximidade e intimidade com os processos inconscientes. É um deixar fluir, entregar-se e se reposicionar sobre a base de sustentação, o apoio de seu substrato natural, ligado à Mãe-Terra.


Na era religiosa matriarcal, a Grande Deusa Mãe como Mãe-Lua, Mãe-Terra ou Mãe-Natureza, era o poder generativo, seu Útero e seios eram venerados. Era a Deusa Criadora, Mãe de Tudo o que existe. O universo era visto como uma mulher dando à luz a todas as formas de vida. Na imagem da Deusa-Mãe, mulheres de tempos antigos encontravam o reflexo de sua natureza mais profunda.


A experiência de que a mulher grávida é também a representação da Grande Mãe telúrica, que deu origem a vários costumes. Por exemplo, o parto no chão. Existem estátuas de Deusas do nascimento, de joelhos na posição de uma mulher dando à luz. Em textos egípcios, a expressão "sentar no chão" é igual a "dar à luz" ou "nascer".


O significado religioso deste costume, segundo Mircea Eliade, historiador de religiões, é: "Nascimento e parto são versões micro-cósmicas de um ato exemplar executado pela terra; mães humanas imitam e repetem o ato primordial que fez a vida aparecer sobre o seio da terra; conseqüentemente, cada mãe tem de fazer contato com a Grande Generatrix e ser guiada por ela para realizar completamente o mistério que é o nascimento de uma vida, como também Dela receber energias benéficas e encontrar sua proteção materna."


A capacidade natural da mulher de gerar um filho, uma vida no seu corpo é a oportunidade dela vivenciar uma iniciação, regida pelo princípio lunar. Um Mistério Feminino que implica em submeter-se a um processo de amadurecimento, no qual há uma aquisição de conhecimento que engloba o receptivo, recebendo a semente e nutrindo as raízes em silêncio; é uma doação paciente, tolerante, um entregar-se, agüentando a transformação.


Neste sentido, a gravidez e o nascimento podem tornar-se uma aventura psicológica profunda, por meio dela a mulher sente sua unidade com a Mãe criativa, sua identidade com ela. É um percurso a ser percorrido sozinha, gestando a nova vida em si. A mulher grávida foi venerada desde a antiguidade como representando "algo em si mesma", "algo individual", e a gravidez pode propiciar essa experiência de se tornar completa em si mesma, independente do masculino.


As Deusas lunares eram virgens. Não no sentido da castidade, mas no sentido de não-casadas, aquelas que pertencem a si próprias. A Deusa Virgem é "uma-em-si-mesma", não estava relacionada como contraparte feminina ou esposa a nenhum deus, nada de externo a elas determinava suas qualidades ou regulava sua conduta, sendo sua própria soberana.


Esse se entregar a si mesma ou à Deusa em si, não é uma aceitação passiva, mas uma resposta aberta a um momento afirmativo da vida que demanda coragem e fé, isto é, entrega ativa. Uma posição que não interfere, mas colabora com o processo natural. Na hora de dar à luz, ao desistir de si, para ser somente um canal, um meio de escoamento para a nova vida, aceitar a dilatação, a dor da contração, entender uma dinâmica nova, onde as quantidades de esforço e não-esforço só podem ser penetradas por uma visão de conjunto.


No parto a mulher experimenta uma descida às profundezas e, como suas ancestrais, independentemente das características próprias de sua personalidade, grau social ou raça, é a criatura fêmea engajada em sua tarefa mais fundamental. Ela está a serviço de trazer à luz o segredo das profundezas, da interpenetração dos elementos formadores da vida humana.


http://www.imagick.org.br/zbolemail/Bol05x10/BE10x4.html











ARIANROD OU ARIANHOD



Arianrod é a deusa galesa da aurora/amanhecer, notavelmente reconhecida por sua beleza. Seu nome significa "Roda Prateada' ou "Círculo de Prata". Arianrod é uma figura importante para a Wicca e o Paganismo. Ela é reverenciada como a deusa da fertilidade e como deusa virgem, pois é aquela que dá à luz sem pertencer a homem nenhum. Ela é  também como uma deusa lunar sendo uma das faces da Deusa Mãe de Avalon. Com Gwydion, o Mago,teve dois filhos gêmeos Llew Llaw Gyffes ( que é equivalente ao irlandês Lugh) e Dylan - o Deus do Mar.Ela é também associada a constelação Corona Borealis que também conhecida como Caer Arianrod..
De seu trono astral Arianrod  coloca as tarefas na nossa frente enquanto a Roda da vida vai girando...


Fonte: Encyclopedia of Witchcraft and Wicca - de Rosemary Ellen Guiley


segunda-feira

A DESCIDA DA DEUSA/ THE DESCENT OF THE GODDESS




Em tempos remotos, nosso Senhor, o Cornífero, era (assim como ainda é) o Controlador, o Confortador. Mas os homens o conheciam como o temível Senhor das Sombras, solitário, rígido e justo. Mas Nossa Senhora, a Deusa, resolveria todos os seus mistérios, até mesmo o mistério da morte; assim ela viajou para o mundo subterrâneo. Aqui o Guardião dos Portais a desafiou:
- Removas todas as tuas roupas, despoja-te de todas as tuas jóias; pois nada podes trazer contigo nesta nossa terra.
Assim, ela despiu-se de todas as suas roupas e jóias, e foi amarrada, como todas as coisas vivas que buscam entrar nos reinos da Morte, a Poderosa, devem ser. Tal era a sua beleza que a Morte em pessoa se ajoelhou e deitou sua espada e coroa aos pés, e os beijou, dizendo:
- Abençoados sejam teus pés que te trouxeram a estes caminhos. Permaneça comigo; mas deixe-me pôr minhas frias mãos sobre o teu coração.
E ela respondeu:
- Eu não te amo. Porque fazes com que todas as coisas que amo e que me dão prazer definhem e morram?
- Senhora - respondeu a Morte - É a idade e o destino, contra as quais eu sou impotente. A idade faz com que todas as coisas definhem, as os homens morrem ao fim do tempo. Eu lhes dou repouso, paz e força, para que eles possam retornar. Mas você, você é adorável. Não voltes, fique comigo.
Mas ela respondeu:
- Eu não te amo.
Então disse a Morte:
- Se você não receber minha mão sobre o seu coração, você deverá ajoelhar-se ante o açoite da Morte.
- É o destino, melhor assim - ela disse, e se ajoelhou.
E a Morte a açoitou com ternura. E ela gritou:
- Eu conheço as aflições do amor!
E a Morte a ergueu e disse:
- Abençoada seja!
E lhe deu a saudação quíntupla, dizendo:
- Apenas assim você poderá alcançar a alegria e o conhecimento.
E ensinou-lhe todos os seus mistérios, e deu-lhe o colar, que é o círculo do renascimento. E ela lhe ensinou o mistério do cálice sagrado, que é o caldeirão do renascimento.
Eles se amaram e foram um, pois há três grandes mistérios na vida do homem, e a magia controla a todos. Para preencher o amor, você deve voltar novamente ao mesmo tempo e no mesmo lugar que os amados, e deve encontrar, e conhecer, e lembrar-se, e amá-lo novamente.
Mas para se renascer você deve morrer, e ser preparado para um novo corpo. E para morrer, você deve nascer; e sem amor você não pode nascer.
E nossa Deusa deve sempre amar e dar alegria e felicidade, pois ela guarda e cuida de todas as crianças em vida. Na morte ela ensina o caminho da comunhão, e até mesmo neste mundo ela ensina os mistérios do Círculo Mágico, que fica entre o mundo dos homens e o reino dos deuses
















The Descent of the Goddess



In ancient times, our Lord, the Horned One, was (and still is) the Consoler, the Comforter. But men know him as the dread Lord of Shadows, lonely, stern, and just.


But our Lady the Goddess would solve all mysteries, even the mystery of death; and so she journeyed to the Underworld.


The Guardian of the Portals challenged her: “Strip off thy garments, lay aside thy jewels; for naught mayest thou bring with thee into this our land”. So she laid down garments and jewels, and was bound, as all living must be who seek to enter the realms of Death, the Mighty One.


Such was her beauty that Death himself knelt, and laid his sword and crown at her feet, and kissed her feet, saying: “Blessed Be thy feet that have brought thee in these ways. Abide with me; but let me place my cold hands on thy heart.”


And she replied: “I love thee not. Why dost thou cause all things that I love, and take delight in, to fade and die?”


“Lady,” replied Death, “it is age and fate, against which I am helpless. Age causes all things to wither; but when men die at the end of time, I give them rest and peace and strength, so that they may return. But you, you are lovely. Return not, abide with me.


But she answered: “I love thee not.”


Then said Death: “An you receive not my hand on your heart, you must kneel to Death’s scourge.”


“It is fate, better so,” she said, and she knelt.


And Death scourged her tenderly. And she cried: “I know the pangs of love.”


And Death raised her, and said: “Blessed be.” And gave her the fivefold salute, saying: “Thus only may you attain to joy, and knowledge.”


And he taught her all of his mysteries, and he gave her the necklace which is the circle of rebirth. And she taught him all her mystery of the sacred cup which is the cauldron of rebirth.


They loved, and were one: for there be three great mysteries in the life of man, and magic controls them all. To fulfill love, you must return again at the same time and at the same place as the loved ones; and you must meet, and know, and remember, and love them again.


But to be reborn, you must die, and be made ready for a new body. And to die, you must be born; but without love, you may not be born.


And our Goddess ever inclineth to love, and mirth, and happiness; and guardeth and cherisheth her hidden children in life, and in death she teacheth the way to her communion; and even in this world she teacheth them the mystery of the magic Circle, which is placed between the world of men and of the gods.




Fonte; What Witches do - de Stewart Farrar




 


quarta-feira

A DEUSA



Para a Wicca, existe um Princípio Criador, que não tem nome e está além de todas as definições.
Desse princípio, surgiram as duas grandes polaridades, que deram origem ao Universo e a todas as formas de vida. PRINCIPIO FEMININO OU GRANDE MÃE.
A Grande Mãe representa a Energia Universal Geradora, o Útero de Toda Criação. É associada aos mistérios da Lua, da Intuição, da Noite, da Escuridão e da Receptividade. É o inconsciente, o lado escuro da mente que deve ser desvendado.
A Lua nos mostra sempre uma face nova a cada sete dias, mas nunca morre, representando os mistérios da Vida Eterna. Na Wicca, a Deusa se mostra com três faces: a Virgem, a Mãe e a Velha Sábia, sendo que esta última ficou mais relacionada à Bruxa na Imaginação popular.
A Deusa Tríplice mostra os mistérios mais profundos da energia feminina, o poder da menstruação na mulher, e é também a contraparte Feminina presente em todos os homens, tão reprimida pela cultura patriarcal! A Deusa é a Mãe universal.
É fonte da fertilidade, da infinita sabedoria e dos cuidados amorosos. Segundo a Wicca, ela possui três aspectos: a Donzela, a Mãe e a Anciã, que simbolizam as Luas Crescente, Cheia e Minguante.
Ela é a um só tempo o campo não arado, a plena colheita e a Terra dormente, coberta de neve. Ela dá à luz em abundância. Mas, uma vez que a vida é um presente seu, ela a empresta com a promessa da morte. Esta não representa as trevas e o esquecimento, mas sim um repouso pela fadiga da existência física.
É uma existência humana entre duas encarnações. Uma vez que a Deusa é a natureza, toda a natureza, ela é tanto a tentadora como a velha; o tornado e a chuva fresca de primavera; o berço e o túmulo. Porém, apesar de ela ser feita de ambas as naturezas, a Wicca a reverencia como a doadora da fertilidade, do amor e da abundância, se bem que seu lado obscuro também é reconhecido.
Nós a vemos na Lua, no silencioso e fluente oceano e no primeiro verdejar da primavera. Ela é a incorporação da fertilidade e do amor. A Deusa é conhecida como a rainha do paraíso, Mãe dos Deuses que criaram os Deuses, a Fonte Divina, A matriz Universal, A Grande Mãe e incontáveis outros títulos. Muitos símbolos são utilizados na Wicca para honrá-la, como o caldeirão, a taça, o machado, flores de cinco pétalas, o espelho, colares, conchas do mar, pérolas, prata, esmeralda… para citar uns poucos. Por governar a Terra, o mar e a Lua, muitas e variadas são suas criaturas.
Algumas incluíram o coelho, o urso, a coruja, o gato, o cão, o morcego, o ganso, a vaca, o golfinho, o leão, o cavalo, a corruíra, o escorpião, a aranha e a abelha. Todos são sagrados a Deusa!
A Deusa já foi representada como uma caçadora correndo com seus cães de caça; uma deidade celestial caminhando pelos céus com pó de estrelas saindo de seus pés; a eterna mãe com o peso da criança; a tecelã de nossas vidas e mortes; uma Anciã caminhando sob o luar buscando os fracos e esquecidos, assim como muitos outros seres. Mas independente de como a vemos, Ela é onipresente, imutável, eterna.

CANÇÃO DA DEUSA
(Esta canção, enviada para o EW em 1999, é baseada em uma invocação criada por Morrigan, fonte oficial não divulgada)

Sou a Grande Mãe, cultuada por todas as criaturas e existente desde antes de sua consciência.
Sou a força feminina primitiva, ilimitada e eterna.
Sou a casta Deus a da Lua, Senhora de toda a magia.
Os ventos e as folhas que balançam cantam meu nome.
Uso a lua crescente em minha fronte e meus pés se apoiam sobre os céus estrelados.
Sou os mistérios não solucionados, uma trilha recém-estabelecida.
Sou o campo intocado pelo arado.
Alegre-se em mim, e conheça a plenitude da juventude.
Sou a Mãe abençoada, a graciosa Senhora da Colheita.
Trajo a profunda e fresca maravilha da Terra e o outro dos campos carregados de grãos.
Por mim são geridas as temporadas da Terra; tudo frutifica de acordo com as minhas estações.
Sou o refúgio e cura.
Sou a Mãe que dá vida, maravilhosamente fértil.
Cultue-me como a Anciã, mantenedora do inquebrado ciclo de morte e renascimento.
Sou a roda, a sombra da Lua.
Controlo as marés das mulheres e dos homens e forneço libertação e renovação às almas cansadas.
Apesar de as trevas da morte serem meu domínio, a alegria do renascimento é meu dom.
Sou a Deusa da Lua, da Terra, dos Mares.
Meus nomes e poderes são múltiplos. Distribuo magia e poder, paz e sabedoria.
Sou a eterna Donzela, a Mãe de tudo, e a Anciã das trevas, e lhe envio bênçãos de amor sem limite.





Fonte: emporiowicca

HÉCATE



Hécate é uma Deusa que tem inúmeros atributos e provavelmente seja a Deusa menos compreendida da mitologia grega. Ela não reina apenas sobrea bruxaria, a morte, mas também sobre o nascimento, o renascimento e arenovação. Ela era evocada pelos gregos para protegê-los dos perigos e das maldições. Para uns era filha de Perseu e Asteria e mãe de Scyylla, para outros era filha de Nuit, à noite. Alguns historiadores dizem que ela era apenas um das Fúrias e que ganhou proeminência com o tempo.
Historicamente, Hécate é uma Deusa que se originou nos mitos dos antigos karianos, no sudoeste da Asia menor, e foi assimilada na religião grega a partir do século 6 a.C.Hekat, uma antiga palavra egípcia que significa "Todo o poder",e que pode ser a origem do nome Hécate. Entre os romanos era chamada de Trívia, em virtude de sua conexão com as encruzilhadas tríplices. Outra possibilidade para o significado de seu nome esta nas relações das frases: "Ela que trabalha seu desejo" e o mais comum seria "Aquela que é distante'' ou "A mais brilhante"!
Hécate foi adotada pela mitologia Olímpica após os Titãs serem derrotados, e seu culto perdurou entre os gregos até tempos tardios. Era considerada tão importante que os gregos acreditavam que o próprio Zeus lhe rendia culto e oferendas e teria-lhe concedido o direito de compartilhar com Ele o poder de conceder ou reter os desejos dos humanos e os domínios da Terra, céus e mares. Existiram pouquíssimos Templos dedicados a Hécate e os poucos que foram encontrados são de escassa informação ou não totalmente documentados.
Muitos dos Santuários devotados a Ela eram pequenos e não tinham grandes ou preciosos materiais. Existem estátuas que a representam, mas são quase todas copias romanas e é difícil saber o quão fiéis elas sejam das originais.Considerada uma Deusa Tríplice, classicamente fazia uma trindade com Perséfone e Deméter. Ao contrário da visão moderna pagã, Hécate era considerada a donzela, enquanto Perséfone era a mãe e Deméter a anciã.
Era a padroeira das Bruxas e em alguns lugares da Tessália, cultuada por grupos exclusivos de mulheres sob a luz da Lua. A Deusa possui inúmeros títulos. Como Propylaia, que significa: "Aquela que fica na frente do portão", Hécate oferecia proteção contra o mal,especificamente contra espíritos malígnos e maldições. Neste aspecto, seu culto era realizado nos portões de entrada, onde estátuas eram colocadas em sua homenagem.

Ervas especificas da egrégora de Hécate:

* Abrunheiro – Erva consagrada à Deusa tríplice em seu aspecto protetor.
* Alho – Deusa Hécate.
* Azaléia – As faces de Hécate.
* Lavanda – Hécate e Saturno
* Mandrágora – Deusas Hécate, Diana e Ártemis.
* Vilmeiro – Exclusiva erva de Hécate.
tirado do site mundo das deusa

NUIT OU NUT



NUIT ou NUT, deusa do céu que acolhe os mortos no seu império, é muitas vezes representada sob a forma de uma vaca. Com o seu corpo alongado, coberto por estrelas, forma o arco da abóbada celeste que se estende sobre a terra. É como um abraço da deusa do céu sobre Geb, o deus da Terra. Nut e Geb são os pais de Osiris, Isis, Seth, Néftis e Hathor. Osiris e Isis já se amavam no ventre da mãe e a maldade de Seth, logo ficou evidente, quando ao nascer, este rasgou o ventre da mãe. Nuit ou Nut - Noot pronunciado - era a deusa egípcia do céu e do céu. Ela era filha do deus do ar, Shu e das deusas da água, Tefnut. Nuitera, é geralmente descrita como uma mulher com pele azul - seu corpo coberto de estrelas debruça-se sobre o marido, Geb - representando o céu arqueado sobre a Terra. Durante o dia, Nuit e Geb são separados, mas a cada noite, Nut desce para atender Geb e isso traz a escuridão. Se as tempestades chegassem durante o dia, acreditava-se que Nuit tinha de alguma forma escorregado perto da Terra.
Nut é a barreira que separa as forças do caos do cosmos ordenado neste mundo. Acreditava-se que os seus dedos tocavam os quatro pontos cardeais ou direções. O deus sol Re entrava em sua boca quando a noite chegava e viajava através do seu corpo durante a noite para renascer de sua vulva a cada manhã. Sendo assim Nuit dá à luz do sol no leste e engole o sol no oeste.

Às vezes, ela aparece na forma de uma vaca cujo corpo forma o céu.Nesta forma, Nuit ou Nut representa a Grande Kau (Vaca), a Grande Senhora que criou tudo que existe, a vaca cujo úbere soltou a Via Láctea. (Também representada como a deusa vaca
Hathor ). Nut era considerada a mãe do sol e da lua. Sob a forma de uma vaca, seus grande olhos representam o sol e a lua. Ela também é retratada como uma porca gigante, amamentando seus filhotes. Esses porquinhos eram considerados como as estrelas, que ela engolia a cada dia antes do amanhecer.
Nuit ou Nut é a mãe de todas as divindades. Ela uniu-se ao seu irmão, o deus Geb  em um apertado abraço apaixonado até  serem separados por Shu ("ar") sob as ordens de Rá. Ra ficou aborrecido porque Geb e Nut tinham estavam juntos sem seu conhecimento e concordância. Na expectativa de que haveria um resultado natural da sua afeição, ele declarou que Nut não poderia ter filhos em qualquer dia de qualquer mês de qualquer ano. O deus Thoth veio para ajudar Nut. Ele estava jogando damas com a Lua e ele tinha ganho o suficiente de luz da lua para fazer até cinco dias novos. Visto que essa época não estava na agenda oficial, Nuit pode ter um filho em cada novo dia. . 
 
Como a Mãe Noite, Nut representa a luna,o inconsciente, a lua, feminina, o corpo emocional. Seu glifo muitas vezes retrata duas setas cruzadas contra uma pele de leopardo. Nuit ou Nut é associada com o elemento ar, o arco-íris e a amoreira. Nut, por vezes, representa a «ressurreição» também.
Ela  é a deusa do firmamento e da chuva, e é também uma deusa guerreira habilidosa nas artes domésticas. Ela é a grande tecelã do universo.



Nuit


Quando os fios do amor
Dobram lentamente e a
Lua nasce mais vez dentro
De meus olhos cobertos
De silêncios, o meu ritmo
É doce e lento, a minha
Pele fica coberta de estrelas:
desenho sonhos em meu
Corpo, bordando o céu com
Todas as galáxias e abismos.

Abro os meus braços para
Arquitetar a melhor fantasia,
Tecendo asas, arrancando
Palavras guardadas na boca
Meiga da poesia.
Eu sou o contínuo espaço cósmico,
O tempo fora do tempo, a eterna
Noite engolindo o sol e o dia.
Curvo-me sobre o meu amor
E o guardo em meu mistério infinito.
E apenas sinto.
E apenas sinto.


Karla Bardanza

terça-feira

ARÁDIA


CARGA DE ARÁDIA
"Eu sou Aradia
Filha do mar
E filha do vento
Filha do Sol
E Filha da Lua
Filha do pôr
E filha do nascer do Sol Filha da noite E Filha das montanhas
E eu cantei a canção do mar
E eu escutei os sinais do vento
E eu aprendi os mistérios secretos do Sol
E eu bebi as lágrimas da Lua
E o sofrimento do Sol que nasce
Eu estive sob a escuridão mais profunda da noite
E eu segurei o poder das montanhas
Por eu ser mais forte que o mar E mais livre que o vento
Eu sou mais brilhante que o Sol
E tenho mais fases que a Lua
Eu sou a esperança do Sol poente
E a paz do Sol nascente
Eu sou mais misteriosa que a noite
E mais antiga que as montanhas
Mais velha que o próprio tempo
Por eu ser Aquela que foi
Aquela que é
E Aquela que será
Eu sou Aradia"

Aradia é na Stregheria a perpetuadora do Culto de Sua Mãe, Diana que é vista como a Rainha do Céu e da Terra, Senhora da Magia e a Deusa que criou o mundo.Em algumas vertentes da bruxaria italiana o culto triplicie se marca na Familia:
Na Mãe vista como a criadora do mundo e Deusa primordial, o pai que é seu irmão Dianus Lucifero ou simplismente Lucifer (Portador da Luz) que era o Deus da Beleza força e conhecimento e por fim, vem a Filha, Arádia. Enquando Diana personifica a lua, a escuridão e o feminino, Dianus personifica o sol, luz e o masculino. Arádia nasce como o equilíbrio destas duas polaridades, mas ainda assim na forma feminina, como a Deidade Primordial que era Diana. Arádia, antes de tudo, é o Sangue, a tradição gerada da união de seus pais. Dentro da Stregheria, o papel de Arádia é instruir, ensinar, e fazer a velha religião florescer, ou seja, perpetuar o culto, a tradição, o "Sangue dos Deuses". De Diana, ela traz a maternidade e a sabedoria; de Dianus, ela carrega a força e o conhecimento. Como descendente de Diana e Dianus, ela é a representação da própria ancestralidade, a importância de cultuar aqueles que vieram antes de você. Ela é a Filha - e portanto nossa Irmã - que vem ensinar a Antiga Tradição. Dentro da Stregheria abordada por Grimassi, não vemos a presença forte de Arádia. O culto baseia-se em um Duoteísmo, e ela apenas é lembrada como perpetuadora da tradição. Mas, no meu ponto de vista, o culto a essa Trindade é carregado de valores da bruxaria italiana e ensina muito sobre tradição. Lúcifer está no Sol sempre a viajar pelos doze signos, e crescer e morrer todo ano. Diana está nas fases da Lua, no desenvolvimento e na Ciclo da Vida. E Aradia, onde está na Terra? No próprio espírito da Natureza. É o Espírito de Aradia quem ensina o lobo a caçar, o pássaro a voar, a borboleta a sair do casulo... Quem passa o conhecimento dos pais aos filhos. É ela quem trança os fios da teia alimentar (composta por várias cadeias alimentares), estabelecendo o equilíbrio da vida. Ela é a tradição perpetuada. Ela é a própria vida em manifestação, e a manutenção dessa vida também.
Vamos pensar agora nas características de Aradia... Quem é a grande professora das bruxas? Existem duas respostas para essa pergunta: Aradia e a natureza em si. E essas duas respostas convergem-se em uma. Aradia tinha um aspecto duplo: era a jovem livre e indomável, incapaz de ser dominada ou repreendida, e também era a sábia, tranquila e serena a ensinar os Mistérios. Assim como a natureza é doce e gentil ao desabrochar de uma flor, também é feroz ao cair de uma tempestade. Aliás, na versão da história de Aradia contada por Grimassi, que segundo ele vem de várias gerações, conta que ao ser presa, Aradia pediu para rezar ao ar livre, e invocou uma terrível tempestade...
Agora, vamos dar uma olhada nos Dons de Aradia para os praticantes da Stregheria:

1. Atrair sucesso nos assuntos do coração
2. Abençoar e consagrar
3. Falar com os espíritos
4. Saber das coisas ocultas
5. Chamar espíritos
6. Conhecer a Voz do Vento
7. Ter o conhecimento da transformação
8. Ter o conhecimento da divinação
9. Conhecer os Sinais Secretos
10. Curar males
11. Trazer a beleza
12. Ter influencia sobre as feras selvagens
13. Conhecer os segredos das mãos.

Não há um item entre esses treze que não esteja presente na Natureza. São todos Dons alcançados quando estamos ligados ao espírito da Natureza (não é a Natureza em si, é uma força maior que isso), ao Espírito de Aradia. A Força que canta os Mistérios no nosso ouvido, o vento que leva a folha, a reverência que se sente ao ver o Sol nascer, a tradição passada de geração a geração, entre todos os seres vivos...

QUEM FOI ARADIA ?
Deusa. Sacerdotisa. Strega. Filha de Diana. Nas várias tradições da Bruxaria, Aradia é chamada por esses e talvez por muitos outros títulos. Muitos julgam que sua existência é apenas lendária, mas não é isso que pesquisadores da Stregheria acreditam.

O mito desta strega conta que ela nasceu do amor entre a Deusa Diana e seu irmão Lúcifer. O registro mais famoso dessa lenda está no livro "Aradia - o Evangelho das Bruxas", do antropólogo inglês Charles Godfrey Leland, e já criou muita polêmica por relacionar a Bruxaria com Lúcifer, que seria o demônio na tradição cristã.

Algumas pessoas acreditam que Leland tenha inserido Lúcifer para dar um tom dramático à história. Outros, que é puro sincretismo. E mais alguns que Lúcifer, na verdade, é um aspecto de Apolo, deus do Sol e irmão gêmeo de Diana (segundo as lendas greco-romanas), pois seu nome significa "Estrela Matutina".

Independente da versão, Aradia é tida como a filha do Sol e da Lua, que recebeu uma missão de sua mãe: ensinar à Bruxaria para as pessoas oprimidas - entenda-se aqui os servos e as mulheres, já que é uma lenda medieval.E assim, Diana enviou sua filha para a Terra, onde ela iniciou uma peregrinação pela península Itálica ensinado às pessoas que, cultuando sua Mãe Diana, seriam livres da opressão.

Essa é a lenda. Mas quem era a Aradia real?

A hipótese que vem sendo levantada por historiadores é a de que ela seria uma sacerdotisa de Diana que viveu por volta de 1.300 d.C. As datas mais aproximadas arriscam que seu nascimento foi em 1313 d.C., na região da Toscana, que fica no norte da Itália.

A sacerdotisa ficou conhecida como Aradia di Toscano, mas esse pode não ser seu nome verdadeiro. Aradia provavelmente é um título sacerdotal que significa "A Luminosa". O prefixo "Ar", segundo a escritora italiana ArdathLili, significa "fogo". Portanto, ela pode representar o título dado a uma sacerdotisa central de um culto relacionado ao fogo e talvez, também, ao Sol.

Tanto segundo a lenda quanto segundo os estudos históricos, Aradia se estabeleceu com seus seguidores próximo ao lago de Nemi, em Roma. Esse lago é um antigo e histórico santuário de culto à Diana Nemorensis (Diana do Bosque Selvagem) e seu consorte, o Rex Nemorensis (o Rei do Bosque Sagrado).
Quando Aradia morreu, seus seguidores foram perseguidos e o conhecimento que ela deixou ficou restrito à algumas pessoas.

Dizem que seus ensinamentos foram escritos. Não sabemos se por ela mesma ou se por outra pessoa, já que, naquele tempo, as mulheres em geral eram analfabetas. A lenda ainda reza que os manuscritos originais de seus ensinamentos estão bem guardados na Biblioteca do Vaticano.

Muito tempo depois, em meados do século XX, o antropólogo Leland, em seus estudos sobre magia cigana, se interessou pela Stregheria. Ele conheceu uma strega chamada Madalena que lhe passou o livro que conhecemos como "O Evangelho das Bruxas". Não se sabe se essa strega realmente existiu, e nem qual a veracidade do Evangelho. Mas ali estão contidos, de forma simbólica e talvez cifrada, um pouco do que é o culto das bruxas na Itália - ou pelo menos das bruxas de uma determinada região que cultuam Aradia como sua
ancestral.

Mas o nome de Aradia e a sua posição como uma grande bruxa foi popularizada por Raven Grimassi, na década de 1980, que também foi o escritor responsável por popularizar a Stregheria. Porém, a Bruxaria Italiana da obras de Grimassi não é a única, e nem todas as streghe (na Itália ou fora dela) cultuam Aradia.

Por ser relacionada com o número 13, algumas streghe costumam homenageá-la no dia 13 de agosto, pois nessa época do ano eram feitas as principais comemorações à Diana em toda a Roma Antiga. Essas comemorações unem as homenagens à Diana e à sua filha na figura de Aradia. Há divergências sobre a data exata dessa comemoração, mas ela flutua, geralmente, entre o dia 11 e o dia 13 de agosto.

Porém, quem costuma cultuar Diana e Aradia, o faz nas Luas Cheias - costume que o Evangelho das Bruxas registra. A cor de Aradia é o vermelho e sua erva, a Verbena.


FONTES: - http://lavecchiareligione.blogspot.com/ - http://www.tribosdegaia.org/inesraven/ines01.html

segunda-feira

SOU UMA BRUXA PORQUE


Sempre que abro os olhos, ao despertar, me emociono por mais um dia para viver, livre e comprometida com as coisas e as causas da Grande Mãe. Neste momento, procuro refletir a respeito dos tantos dias que nos foram tirados, por inveja, injúria e cobiça, e peço luzes e força a Deusa Mãe para o dia de hoje.

Sou uma bruxa porque, ao abrir as janelas e respirar o ar da manhã, agradeço à Deusa pelo dom da vida e celebro o Pai ar pela sua presença em mim.

Sou uma bruxa porque, ao me alimentar, celebro aquele bendito alimento e bendigo todos aqueles que contribuíram com seu trabalho para que o mesmo chegasse à minha mesa.

Sou uma bruxa porque, sempre de alguma forma renasce o amor em mim, e minha alma agradecida transmite luz.

Sou uma bruxa porque sempre me envolvo e me comprometo a serviço da justiça e da paz no mundo.

Sou uma bruxa porque estou sempre insistindo em abrir as portas do meu coração, para transmitir os ensinamentos dos antigos e facilitar o despertar da grande arte nos corações dos que me cercam.

Sou uma bruxa porque estou sempre acendendo um fósforo sem maldizer a escuridão.

Sou uma bruxa porque busco a verdade sem jamais me conformar com a mentira e o subterfúgio.

Sou uma bruxa porque sempre renuncio ao egoísmo e procuro ser generosa.

Sou uma bruxa quando sorrio para alguém, mesmo estando muito cansada, pois conheço o valor do sorriso.

Sou uma bruxa quando preparo um chá que vai curar, ou pelo menos amenizar a enxaqueca daquela vizinha chata.

Sou uma bruxa quando tomo um animal em meu colo para lhe amenizar a dor. Quando planto e colho uma erva e agradeço a Gaia por tamanha dádiva.

Sou uma bruxa quando persigo a luz de uma estrela com o olhar e o coração nas trevas que nos circundam. Quando levo a fé nos Deuses por entre linhas, apenas com minhas ações.

Sou uma bruxa quando, em rijo, sinto o rio do sangue da vida que escoa nas minhas entranhas. Quando sou fogo que estimula o coito, e água que transforma e modifica cursos.

Sou uma bruxa porque me aconchego no seio sagrado da terra, voltando ao colo sagrado. Quando abro o círculo invocando os ventos do norte, buscando no canal dos antigos o néctar do renascer.

Sou uma bruxa porque quando falo em liberdade me sinto águia. Quando falo de sabedoria me sinto coruja, e quando falo do belo me sinto arara.

Sou uma bruxa porque estou sempre atenta ao perfume, que não posso derramar no próximo sem que também me atinja, e a lei tríplice se faz em mim.

Sou uma bruxa quando vivencio o sabor do pão partilhado. Quando procuro pedir perdão e recomeçar.

Sou uma bruxa quando me recolho ao silêncio perante um julgamento preconceituoso ou injusto a meu respeito, e entrego ao tempo, o único pólo óptico da verdade imutável.

Sou bruxa quando desenvolvo em meu ser a humildade de viver e morrer como o grão de trigo, para depois frutificar searas de luz, de tenacidade e de esplendor.

Sou uma bruxa porque estou sempre ressurgindo das cinzas como Fênix. E assim, retomo a minha vivência concreta, cujo itinerário principal é a minha Deusa interior, forte, guerreira, translúcida, serena e amorosa a despertar em mim.

Por tudo isso sou uma bruxa!

Olá! Você estã Nas Mãos da Lua!

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