Seja bem-vindo. Hoje é

Gente Encantada

Que os Deuses te guardem na palma de suas mãos.Abençoadas/os sejam!
Mostrando postagens com marcador Deusa. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Deusa. Mostrar todas as postagens

terça-feira

As Bençãos da Deusa



Olá gente encantada!Trouxemos esta belezinha para vocês com amor.


BENÇÃOS DA DEUSA


Eu sou a Deusa dos mil nomes,
Do poder infinito e dos múltiplos dons,
Manifestados na diversidade das minhas faces,
Honradas e veneradas ao longo dos milênios.
Eu sou Gaia, a Mãe Terra da antiga Grécia,
Coloquei a ordem na vastidão do caos,
Criando o universo no ritmo da minha pulsação.
Eu sou Ísis, a Deusa egípcia,
Ofereço a cura e a transformação,
Para quem as procura,
Pois tenho o poder de plasmar um novo mundo.
Eu sou Cerridwen dos Celtas,
No meu Caldeirão mágico guardo o alimento da alma,
A fonte inesgotável de sabedoria e inspiração,
Quanto mais eu dou, mais eu recebo.
Eu sou Atena da Grécia,
conhecida por minha sabedoria
Como meu totem - a Coruja
Ouço e vejo tudo o que se passa ao meu redor
Sou forte como o Carvalho,
Ou pacificadora como a Oliveira.
Eu sou Diana, a Deusa Lunar Romana,
Potetora das mulheres e das crianças,
Guardiã das florestas e dos animais,
Acerto as flechas no alvo dos meus desejos.
Eu sou Bast, a Deusa Gato do Egito,
Graciosa, sinuosa, brincalhona e afetuosa,
Irradio o calor e a luz do glorioso Sol.
Eu sou Freya, a bem amada Deusa Nórdica,
Sobrevoando o mundo, canto alegremente,
Celebrando os laços entre amigos e amantes,
Eu sou Hécate, a Tríplice Deusa grega,
Guardiã da noite e das encruzilhadas,
escolho o caminho que eu quero trilhar,
permeando a razão com o brilho da intuição.
Eu sou Ereshkigal da Assíria e Babilônia,
A Rainha do mundo subterrâneo,
Para crescer, desfaço-me da velha pele,
Sou detentora do profundo poder da renovação.
Eu sou Kwan Yin, a Deusa chinesa da compaixão,
Ouço e consolo as dores do mundo,
Protegendo as mães e seus filhos,
Ensinando a magia da mutação.
Eu sou Maat do Egito,
Verdade, justiça e lei são regras do meu universo,
Estabeleço a harmonia com meu poder divino.
Eu sou Rhiannon, a Deusa galesa equina,
Viajo livre, serena e segura no mundo,
Com minha voz melodiosa,
Acordo os mortos e adormeço os vivos.
Eu sou Sedna dos esquimós,
Conheça-me e honre-me através dos animais,
Ursos, baleias, focas e peixes,
Todas as criaturas da terra e do mar,
São parte de mim e têm o direito de viver.
Abençoado sejam todas as Deusas!
Assim Seja!


Muitas bençãos!


Ariadne



☽✪☾ Nas Mãos da Lua ☽✪☾

quinta-feira

O QUE É A DEUSA?





Olá gente encantada! Como vocês estão? Tudo bem?Então, vamos falar da Deusa mais uma vez. Encante- se com este texto maravilhoso.

O que é Deusa?


Como "Deusa" é caracterizado um tipo complexo de personalidade feminina que reconhecemos intuitivamente em nós, nas mulheres a nossa volta e também nas imagens e ícones que estão em toda a nossa cultura. Segundo a teoria junquiana, as deusas são arquétipos, fontes derradeiras de padrões emocionais que fluem de nossos pensamentos, sentimentos, instintos e comportamentos, caracterizados e tipificados como puramente "femininos". Tudo que realizamos e gostamos, toda a paixão, desejo e sexualidade, tudo que nos impele à coesão social e à proximidade humana, assim como todos os impulsos, tipo absorver, reproduzir e destruir, são associados ao arquétipo universal feminino. Tais conceitos nos foram deixados como herança pelos gregos e todas as culturas antigas, que percebiam estas energias não como abstrações destituídas de alma, mas sim como forças espiritualmente vitais. Quando tais forças se manifestavam num certo comportamento ou experiência, o denominavam de "compulsão de deuses e deusas".
Quando o amor e a paixão aflorava auxiliado pela convulsão hormonal, os antigos se reportavam a história da bela Afrodite que transtornava o estado de espírito, o sono, os sonhos e a sanidade mental do apaixonado.
Na Grécia, as mulheres percebiam que uma vocação ou profissão as colocava sob o domínio de uma determinada deusa a elas veneravam. No íntimo das mulheres contemporâneas as deusas existem como arquétipos e podem cobrar seus direitos e reivindicar domínio sobre suas súditas. Mesmo sem saber a qual deusa está submissa, a mulher ainda assim deve dar sua submissão a um arquétipo determinado por uma época de sua vida ou por toda a existência. Jung chama o arquétipo das deusas de "Transformadoras", porque tendem a surgir em momentos de mudança em nossa vida, como na adolescência, casamento, morte de um ente querido, modificando totalmente nossos sentimentos, percepções e comportamentos. Uma vez que a mulher se torne consciente das forças que a influenciam, adquire total poder sobre este conhecimento. As deusas embora invisíveis, são poderosas e modelam e influenciam o comportamento e emoções. Quanto mais uma mulher souber sobre suas deusas dominantes, mais centrada ela se tornará, tendo o perfeito domínio sobre seus instintos, habilidades e possibilidades de encontrar um significado especial através das escolhas que fará.
Os padrões de deusa também afetam o relacionamento com os homens. Diga-me qual homem que escolhestes que te direi as deusas que moram dentro de ti. Realmente esta escolha ajuda e elucidar afinidades e dificuldades pelas quais passa a mulher que o escolheu.
Temos que ter em mente que, toda mulher tem dons concedidos pelas deusas, mas ela deve aprender a descobri-los e aceitá-los com gratidão. Mas toda mulher também tem deficiências concedidas pelas deusas que deve reconhecer e superar para que possa trilhar o caminho do auto-conhecimento e realização.
Os homens também são influenciados pelas várias deusas, pois estas certamente espelham as energias femininas na psique masculina, embora, via de regra, os homens vivenciam-nas como exteriores a si próprios, ou seja, através das mulheres pelas quais são atraídos ou pelas quais se sentem fortemente provocados. Descomplicando, os homens vivenciam as deusas projetando-as nas mulheres de sua vida e nas imagens específicas da mídia que lhes causem deleite ou aversão. Uma melhor compreensão sobre as deusas, fará com que este mesmo homem compreenda o porque de sua atração por certas mulheres e o fracasso com outras, permitindo então, que ele comece a fazer as escolhas certas.
Muito embora as culturas guerreiras tenham dominado vasto período do história, o culto à Deusa Mãe sobreviveu e floresceu até a época dos romanos. Esta Grande Deusa era venerada como progenitora e destruidora da vida, responsável pela fertilidade e destrutibilidade da natureza. E, ainda hoje, Ela é percebida como um arquétipo no inconsciente coletivo.
As deusas diferem uma da outra. Cada uma delas têm traços positivos e outros negativos. Seus mitos mostram o que é importante para elas e expressam por metáfora o que uma mulher que se assemelha a elas deve fazer. Todas estão presentes no interior de cada mulher. Quando diversas deusas disputam o domínio sobre a psique de uma mulher, esta precisa decidir que aspecto de si própria expressar e quando expressá-lo.
Infelizmente o triunfo dos tempos modernos tornou-se o triunfo do cristianismo e de um Deus Pai Único e Supremo. Os cultos à Grande Deusa Mãe foi se tornando disperso, suprimido e distorcido. A maioria das civilizações atuais, tornaram-se filhas de uma família divorciada. Agora vivem apenas o Pai e estão proibidas de mencionar o nome da Mãe ou de qualquer lembrança sutil daquelas épocas alegres e amorosas em que se vivia em seus braços e na segurança de seu caloroso colo. Tendo apenas o Pai para nos orientar, nós, a despeito de seu amor, tornamo-nos endurecidos, implacavelmente heróicos e severamente puritanos ao tentar esquecer a segurança perdida e a confiança sensual na terra que outrora a Mãe nos proporcionava.
Nos quatros cantos do mundo, porém mais proeminente nos países ocidentais, estamos testemunhando um discreto redespertar do feminino, uma sublevação profunda no âmago da consciência das mulheres. Muitos homens temem e contestam este processo, outros entretanto sentem-se desafiados e estimulados. Observadores mais radicais denominaram este movimento como o "Retorno da Deusa", porque ele parece sugerir a própria antítese da sociedade patriarcal.
É urgente que compreendamos a natureza e a condição dos arquétipos femininos que estão despontando do inconsciente coletivo da nossa cultura. Os sonhos e as experiências interiores de homens e mulheres, temas tratados por romancistas e pela mídia do mundo inteiro, ressaltam imagens ao mesmo tempo antigas (mitológicas), mas radicalmente novas do feminino que vão chegando à consciência. Estas formas estão fermentando dentro de nós, sendo capazes de transformar os modos mais fundamentais de pensarmos sobre nós mesmos. Essas poderosas forças interiores e as imagens e mudanças que provocam são denominadas "DEUSAS".

por Gaia Lil


Muitas Bençãos

Ariadne





☽✪☾ Nas Mãos da Lua ☽✪☾

sábado

A DEUSA COMO DESTINO E ORIGEM



Boa tarde Irmãs e Irmãos!Espero que todos vocês estejam fisicamemnte e espiritualmenete bem. Quando leio algo que julgo relevante sobre a Deusa, gosto de postar aqui para vocês.Achei o texto abaixo e gostaria de dividir com vocês.




A DEUSA  COMO DESTINO E ORIGEM




"Muito tempo depois do patriarcado se haver tornado dominante em todas as esferas, ainda encontramos a concepção matriarcal, segundo a qual os céus e os mundos giram em torno da “cavidade” – O Grande Feminino -, de onde se origina a vida. E na Índia, em plano superior, a imortalidade é obtida a partir do mar de leite feminino”batido”, a respeito de que se diz: “A água é o leite vital do corpo do mundo, e o espaço cósmico é um mar de leite”.


Agora que já temos uma noção razoável do amplo escopo do Grande Feminino, que na verdade abrange quase tudo – céu, água e terra, e até fogo – na forma de filho por ele gerado e nele contido -, compreende-se por que esse Feminino não pode ser identificadoem hipótese nenhuma, com o telúrico.ctônico, com o meramente terreno e inferior, no que tanto insiste posteriormente o mundo patriarcal masculino, com suas relig~ioes e filosofias.
A totalidade do Grnde Feminino vai muito mais além da projecção em que ela une os elementos terra, água, ar e fogo.


(...) Entre as experiências mais impressionantes da humanidade estão aquelas relacionadas com a dependência que todos os corpos luminosos e todos os poderes celestes e deuses têm da Grande Mãe, bem como a sua ascensão e seu declínio, o seu nascimento e a sua morte, a sua transformação e a sua renovação. Não só a alternância noite-dia, mas também a mudança dos meses, das estações e dos anos estão subordinados à omnipotente vontade da Grande Mãe.”


In A GRANDE MÃE – ERICH NEUMANN




Abençoadas e glorificadas/os sejam!




Karla














☽✪☾ Nas Mãos da Lua ☽✪☾

domingo

POR QUE A DEUSA?



Boa noite Irmãs e Irmãos! Espero que todos estejam bem. Reflitamos juntos sobre a Deusa mais uma vez.

POR QUE A DEUSA?

Por que a Deusa? Acaso precisamos mesmo de outra divindade, de outra religião, de alguma coisa diferente para venerar?

Se existe um Deus, não deveria existir também uma Deusa? Não é disso que trata a Criação — as energias masculinas e femininas juntando-se para criar vida nova? Sem a mu lher não pode existir vida nova.

Se os seres humanos foram criados à semelhança do Criador, e existe apenas um Deus masculino, à imagem de quem foram criadas as mulheres? John Bradshaw diz que os filhos observam os pais, seu modelo de comportamento. Se vive numa cultura em que há apenas um Deus masculino e nenhuma Deusa, onde está o modelo para o feminino? Como é que as meninas podem aprender a ser mulheres sem a Deusa?

In O Oráculo da Deusa, Amy Sophia Marashmskv


E não é verdade? Pensem!

Abençoadas/os e glorificadas/os sejam!

Karla










☽✪☾ Nas Mãos da Lua ☽✪☾

EM UM TEMPO QUE NÃO ERA TEMPO



 Bom dia Irmãs e Irmãos!Para festejar o Dia dos Namorados logo pela manhã, iremos hoje postar uma pérola do Livro das Sombras, de Scott Cunningham. Dia mágicko para vocês!


EM UM TEMPO QUE NÃO ERA TEMPO


Antes do tempo existir, havia Dryghtyn; Dryghtyn era tudo e tudo era Dryghtyn,
E a vasta expansão conhecida como universo era Dryghtyn; de sabedoria infinita, ubíqua, toda-poderosa, imutável e eterna.
E o espaço moveu-se; Dryghtyn moldou em duas formas gêmeas e, desse modo, os deuses foram criados a partir de Dryghtyn.
O Deus e a Deusa expandiram-se e agradeceram Dryghtyn mas as trevas os cercaram. Estavam sozinhos, solitários, exceto Dryghtyn.
Transformaram energia em gases e gases em planetas, sóis e luas; salpicaram o universo com orbes rodopiantes, e, assim, o universo ganhou forma pelas mãos do Deus e da Deusa.
A luz surgiu e o céu foi iluminado por um bilhão de sóis, e o Deus e a Deusa, satisfeitos com suas obras, regozijaram-se e amaram-se, e tornaram-se um.
De sua união nasceram as sementes de toda vida e da raça human, para que pudéssemos alcançar a encarnação na Terra.
A Deusa escolheu a Lua como o seu símbolo vivo, e o Deus, o Sol como o seu símbolo vivo, para os habitantes da terra lembrarem-se de seus criadores.
Todos nascem, vivem e morrem sob o Sol e a Lua; e todas as coisas sob ambos, como era o caminho da existência em um tempo que não era tempo.

Quando li este texto de Scott Cunningham pela primeira vez, chorei e não há como lê-lo sem ficar emocionada. Mais uma vez, estamos aqui para desejar um Feliz Dias dos Namorados. Amem-se pelas palavras, pelos atos, pelos olhares. Sejam Sóis e Luas.

Abençoadas/os e glorificadas/os sejam!

Karla, Lugh, Ariadne e Nuit










☽✪☾ Nas Mãos da Lua ☽✪☾

AS BENÇÃOS DA DEUSA


Como hoje é o Dia das Mães, o meu presente para todos vocês é a fala da Grande Deusa. Que as suas bençãos te cubram e se multipliquem pela eternidade.Abençoadas sejam Irmãs, Abençoados sejam Irmãos!

Eu sou a Deusa dos mil nomes,
Do poder infinito e dos múltiplos dons,
Manifestados na diversidade das minhas faces,
Honradas e veneradas ao longo dos milênios.

Eu sou Gaia,
a Mãe Terra da antiga Grécia,
Coloquei a ordem na vastidão do caos,
Criando o universo no ritmo da minha pulsação.

Eu sou Ísis,
a Deusa egípcia,
Ofereço a cura e a transformação,
Para quem as procura,
Pois tenho o poder de plasmar um novo mundo.

Eu sou Cerridwen dos Celtas,
No meu Caldeirão mágico guardo o alimento da alma,
A fonte inesgotável de sabedoria e inspiração,
Quanto mais eu dou, mais eu recebo.

Eu sou Atena da Grécia,
conhecida por minha sabedoria
Como meu totem - a Coruja
Ouço e vejo tudo o que se passa ao meu redor
Sou forte como o Carvalho,
Ou pacificadora como a Oliveira.

Eu sou Diana,
a Deusa Lunar Romana,
Protetora das mulheres e das crianças,
Guardiã das florestas e dos animais,
Acerto as flechas no alvo dos meus desejos.

Eu sou Bast,
a Deusa Gato do Egito,
Graciosa, sinuosa, brincalhona e afetuosa,
Irradio o calor e a luz do glorioso Sol.

Eu sou Freya,
a bem amada Deusa Nórdica,
Sobrevoando o mundo,
canto alegremente,
Celebrando os laços entre amigos e amantes.

Eu sou Hécate,
a Tríplice Deusa grega,
Guardiã da noite e das encruzilhadas,
escolho o caminho que eu quero trilhar,
permeando a razão com o brilho da intuição.

Eu sou Ereshkigal da Assíria e Babilônia,
A Rainha do mundo subterrâneo,
Para crescer, desfaço-me da velha pele,
Sou detentora do profundo poder da renovação.

Eu sou Kwan Yin,
a Deusa chinesa da compaixão,
Ouço e consolo às dores do mundo,
Protegendo as mães e seus filhos,
Ensinando a magia da mutação.

Eu sou Maat do Egito,
Verdade, justiça e lei são regras do meu universo,
Estabeleço a harmonia com meu poder divino.

Eu sou Rhiannon,
a Deusa galesa eqüina,
Viajo livre, serena e segura no mundo,
Com minha voz melodiosa,
Acordo os mortos e adormeço os vivos.

Eu sou Sedna dos esquimós,
Conheça-me e honre-me através dos animais,
Ursos, baleias, focas e peixes,
Todas as criaturas da terra e do mar,
São parte de mim e têm o direito de viver.

Abençoado sejam todas as Deusas!
Assim Seja!



Amor e luz!


 
Karla☽✪☾



☽✪☾Nas Mãos da Lua ☽✪☾

sexta-feira

KUAN YIN , KWAN YIN MA , QUAN YIN - A MINHA DEUSA


Bem, já que Karla falou sobre a Deusa dela, hoje falarei sobre a minha: a minha amada Kuan Yin.Ela também é conhecida como Kwannon, Guan Yin, Gwan Yin, Quan Yin, Qwan Yin.


Kuam Yin é para os budistas em geral e para os chineses, o que a Virgem Maria é para os católicos. Kwan Yin é conhecida como a Deusa da Misericórdia e Mãe da Compaixão. Misericórdia significa auxílio dado por amor e não por merecimento. Seu serviço para a humanidade é trazer o perdão, a misericórdia, a compaixão e a cura. Ela também é a padroeira das mulheres e do parto e, quando invocada, eleva as pessoas na Luz em seu processo de passagem.


Kuan Yin, cujo nome significa "*aquela que ouve os lamentos do mundo*" é boddhisatva da Compaixão no budismo chinês.


Pode-se descrever Kuan Yin como a personificação da aspecto Yin da Criação; a Mãe Divina que ama incondicionalmente seus filhos, apesar de toda e qualquer falha, sem julgamentos e discriminações.


Quan Yin exerce a Deusa Mãe e Divina aspecto do budismo. A Deusa do mesmo e da energia divina realizada pela Virgem Maria no Cristianismo. Nos mistérios egípcios, é realizada por Isis. No hinduísmo, é realizada por Shakti, a esposa de Vishnu, por Parvarti, esposa de Shiva, por Radha, a esposa de Krishna, e pela Sita, esposa de Rama.




Quan Yin nome é uma tradução do nome em sânscrito de seu progenitor chefe que é Avalokitesvara, também conhecido como Avalokita. Na sua forma correcta é Kuanshih Yin, que significa "Aquela que ouve aos clamores do mundo."




Na Coréia, Japão e China, ela é chamada de Quan Yin. Ela é um bodhisattva celestes e um mestre ascendido. Um de seus trabalhos nas esferas celestes é sentar na mesa do Senhor do Karma.




Mitologia budista fala de Avalokiteshvara está sendo carregado a partir de um raio de luz que surgiu a partir do olho direito de Amitabha Buda. Ele disse imediatamente, "Om Mane Padme Hum". Este é um dos mantras pelo qual ele pode ser invocado na tradição budista.


Esta Deusa enquanto viveu, percorreu o mundo, viu muita dor e então, jurou proteger e amparar todos os humanos até que o último sofrimento acabe. A mestra Kuan Yin tornou-se a incorporação da Compaixão. Ela nos diz que se você cantar seu mantra diariamente, cultivará a compaixão que curará o mundo das mais dolorosas feridas.


Os devotos invocam o poder e a misericordiosa intercessão da Bodhisattva com o mantra OM MANI PADME HUM - "salve a jóia no lótus".


Os símbolos característicos associados a Kwan Yin são um galho de salgueiro, com o qual ela esparge o néctar divino da vida; um vaso precioso, simbolizando o néctar da compaixão e da sabedoria, traços do bodhisattva; uma pomba representando a fecundidade; um livro ou um pergaminho de orações que ela segura em sua mão, simbolizando o dharma (ensinamentos) do Buda ou o sutra (texto budista).


Ela pode ser representada com um dragão, pois ele é o símbolo mais antigo da alta espiritualidade, a sabedoria, a força e os poderes divinos de transformação. Outras vezes, Kuan Yin é representada sentada sobre uma flor de lótus. Nas pinturas dos artistas tibetanos, linhagens de Budas e homens santos também aparecem flutuando sobre flores de lótus - uma representação dos tronos da suprema espiritualidade.


Kuan Yin aparece nas nossas vidas para dizer que está na hora de alimentarmos nossos corações com a compaixão. Compaixão pelos outros e também por nós mesmos.


Às vezes, Kuan Yin é representada como uma figura muito armada, com cada mão um símbolo cósmico diferente ou expressando uma posição ritual específica, ou mudra.


Isto caracteriza a Deusa como a fonte e alimento de todas as coisas. As mãos dela formam freqüentemente o Yoni Mudra, simbolizando o útero como a porta de entrada para este mundo através do sexo feminino princípio universal.


Quan Yin, como uma verdadeira Iluminada, ou Bodhisattva, jurou permanecer nos reinos terrestres e não entre os mundos divinos até que todos os outros seres vivos tenham concluído a sua própria iluminação e, assim, se libertar do ciclo dor-cheia de nascimento, morte, e do renascimento.


Existem numerosas lendas que contam os milagres que Kuan Yin faz para ajudar aqueles que chamam por Ela. Como Ártemis, Ela é uma deusa virgem que protege as mulheres, oferece-lhes uma vida religiosa como uma alternativa ao casamento, e crianças subsídios para aqueles que desejam.


A Deusa da Misericórdia é única entre a hierarquia celeste em que ela é tão completamente livre de orgulho ou vingança que Ela permanece relutante, mesmo para punir aqueles a quem uma lição severa pode ser apropriada.


Indivíduos que poderiam ser condenados a penitências terríveis em outros sistemas podem atingir renascimento e renovação, simplesmente convidando suas graças e com absoluta sinceridade absoluta.


Diz-se que, mesmo para um rebaixamento sob a espada do carrasco já levantou a greve, um único grito sincero ao Bodhisattva Kwan Yin, a lâmina de cair e quebrou no chão.


As muitas histórias e lendas que têm esta Deusa servem para transmitir a idéia de um ser iluminado que encarna os atributos de um penetrante, consumindo tudo, pela compaixão amorosa e que é acessível a todos.


Quan Yin nos aconselha por suas ações para cultivar dentro de nós mesmos as qualidades refinado especial, que todos os seres se diz que possuem naturalmente em alguma forma vestigial.


Contemplando a Deusa da Misericórdia envolve dogma ou ritual. A simplicidade deste ser gentil e Seus padrões tende a levar seus devotos para se tornar mais compassivo e amoroso si.


Um profundo sentido de serviço para todos os seres naturalmente segue a devoção à deusa.


O nome Kuan Shih Yin, como é freqüentemente chamada, significa literalmente "aquela que considera, vigia e ouve os sons do mundo." Segundo a lenda, Kuan Yin estava prestes a entrar no céu, porém parou no limiar quando os gritos do mundo chegou a seus ouvidos.


Estudiosos acreditam que o monge budista e tradutor Kumarajiva foi o primeiro a se referir à forma feminina de Kuan Yin, em sua tradução chinesa do Sutra de Lótus, em 406 aC Dos trinta e três aparecimentos do bodhisattva mencionados em sua tradução, sete são do sexo feminino . (Devotos chineses e budistas japoneses desde então associaram o número trinta e três a Kuan Yin.)


Embora Kuan Yin tenha sido retratada como um homem tão tarde quanto no século X, com a introdução do Budismo Tântrico na China no século oitavo, durante a dinastia T'ang, a imagem da celestial bodhisattva como uma deusa vestida de branco era bonita predominante eo culto devocional a ela tornou-se cada vez mais popular. Por volta do século nono havia uma estátua de Kuan Yin em cada monastério budista na China.


Apesar da controvérsia acerca das origens de Kuan Yin como um ser feminino, a representação de um bodhisattva, ora como deus e deusa, não é incompatível com a doutrina budista.


As escrituras explicam que um bodhisattva tem o poder de encarnar em qualquer forma masculina, infantil, feminino, até mesmo animal, dependendo do tipo de ser que ele procura salvar.


Como o Sutra do Lótus, a bodhisattva Kuan Shih Yin, "pelo recurso a uma variedade de formas, viaja pelo mundo, conclamando os seres à salvação".


A lenda do século duodécimo do santo budista Miao Shan, a princesa chinesa que viveu em aproximadamente 700 aC e que largamente se acredita tenha sido Kuan Yin, reforça a imagem da bodhisattva feminina. Durante o século monges budistas décimo segundo liquidada em P'ut'o Shan-a ilha-montanha sagrada no Arquipélago Chusan ao largo da costa de Chekiang onde Miao Shan, dizia-se que viveu por nove anos, curando e salvando marinheiros do naufrágio e a devoção Kuan Yin espalhou para todo o norte da China.


Essa ilha pitoresca tornou-se o principal centro de adoração à Salvadora misericordiosa; multidões de peregrinos viajavam dos mais remotos cantos da China e até mesmo da Manchúria, Mongólia e Tibet para assistir aos serviços imponente lá.


Ao mesmo tempo, havia mais de cem templos na ilha e mais de mil monges.
O folclore em torno ilha P'ut'o narra inúmeras aparições e milagres de Kuan Yin, que, acredita-se, revela-se aos fiéis em uma certa gruta na ilha.


Na seita "Terra Pura" do Budismo, Kuan Yin faz parte de uma tríade governante que é representada freqüentemente em templos e é um tema popular na arte budista. No centro está o Buda da Luz Ilimitada, Amitabha (chinês A-mi-t'o Para; japonês Amida). À sua direita está o Bodhisattva da força ou poder, Mahasthamaprapta, e à sua esquerda está Kuan Yin, personificando a misericórdia infinita.


Na teologia Budista Kuan Yin é às vezes representada como comandante do "barco da salvação", guiando almas para o Paraíso de Amitabha, ou Terra Pura, a terra do êxtase onde almas podem renascer para receber instruções contínuas no sentido de alcançar a iluminação e a perfeição .


A jornada à Terra Pura é freqüentemente representada em xilogravuras mostrando barcos cheios de seguidores de Amitabha sob o comando de Kuan Yin.


Amitabha, uma figura querida aos olhos dos budistas que desejam renascer em seu paraíso oriental e libertar-se da roda do renascimento, está a ser dito, em um sentido místico ou espiritual, o pai de Kuan Yin.


Lendas da escola Mahayana relatam que Avalokitesvara nasceu de um raio de luz branca que Amitabha emitiu do seu olho direito, como ele estava perdido em êxtase.


Assim, Avalokitesvara, ou Kuan Yin, é considerada como o "reflexo" de-mais emanação Amitabha ou incorporação de "maha karuna" (grande misericórdia), a qualidade que Amitabha personifica em seu mais elevado sentido.


Muitas figuras de Kuan Yin podem ser identificadas pela presença de uma pequena imagem de Amitabha em sua coroa. Acredita-se que a misericordiosa redentora Kuan Yin expressa a compaixão de Amitabha de uma forma mais direta e pessoal e orações a ela dirigidas são atendidas mais rapidamente.


A iconografia de Kuan Yin a descreve de muitas formas, cada uma revelando um aspecto único de sua misericordiosa presença.


Como a sublime Deusa da Misericórdia, cuja beleza, graça e compaixão vieram a representar o ideal de feminilidade do Oriente, ela é freqüentemente retratada como uma mulher esbelta em um esvoaçante manto branco, carregando em sua mão esquerda um lótus branco, símbolo de pureza. Ornamentos podem enfeitar sua forma, simbolizando suas realizações como bodhisattva, ou ela pode ser retratado sem eles como um sinal de sua grande virtude.


Kuan Yin presença é disseminada através de suas imagens como "doadora de crianças" que são encontradas em casas e templos.


Um grande véu branco cobre sua forma inteira e ela pode estar sentada em um lótus. Ela é frequentemente representada com uma criança nos braços, próxima a seus pés, ou sobre seus joelhos, ou com vários filhos com ela.


Neste papel, ela também é referido como o "honrado vestido de branco " Às vezes, à sua direita e à sua esquerda dois auxiliares, Shan-ts'ai Tung-tsi, o "homem jovem de capacidades excelentes", e Lung -wang Nu, a "filha do Dragão-rei".


Kuan Yin também é conhecida como a bodhisattva protetora de P'ut'o Shan, senhora do Mar do Sul e protetora dos pescadores.Como tal, ela é mostrada cruzando o mar sentada ou em pé sobre um lótus ou com seus pés sobre a cabeça de um dragão.


Como Avalokitesvara, ela também é descrita com mil braços e números variados de olhos, mãos e cabeças, às vezes com um olho na palma de cada mão, e é comumente chamado de "mil braços, de mil olhos" bodhisattva.Nessa forma ela representa a mãe onipresente, olhando simultaneamente em todas as direções, sentindo as aflições da humanidade e estendendo seus muitos braços para as aliviar com expressões infinitas de sua misericórdia.




Os símbolos característicos associados a Kuan Yincomo já foi dito anteriormente são um ramo de salgueiro, com o qual ela esparge o néctar divino da vida, um vaso precioso, simbolizando o néctar da compaixão e da sabedoria, traços do bodhisattva; uma pomba representando a fecundidade; um livro ou um pergaminho de orações que ela segura em sua mão, simbolizando o dharma (ensinamentos) do Buda ou o sutra (texto budista) o qual Miao Shan, dizia-se, recitava constantemente; e um rosário de cristal adornando seu pescoço, com o qual ela clamava aos Budas por socorro.


Imagens de Avalokitesvara freqüentemente mostram-na segurando um rosário; descrições de seu nascimento diz que ele nasceu com um rosário cristalino branco em sua mão direita e uma flor de lótus branco na esquerda. É ensinado que as contas representam todos os seres vivos e o giro das esferas simboliza que Avalokitesvara os está levando para fora do seu estado de miséria e da roda de repetidos renascimentos para o nirvana.


Hoje Kuan Yin é reverenciada por taoístas e também pelos budistas Mahayana, especialmente em Taiwan, Japão, Coréia, e novamente em sua terra natal, a China, onde a prática do Budismo havia sido suprimida pelos comunistas durante a Revolução Cultural (1966-1969). Ela é a protetora das mulheres, dos marinheiros, mercadores, artesãos e daqueles que se encontram sob perseguição criminal, e é invocada particularmente por aqueles que desejam progênie.


Amada como a figura da Mãe e mediadora divina que está muito próxima dos negócios diários de seu devotos, o papel de Kuan Yin como madona budista tem sido comparado ao de Maria, mãe de Jesus, no Ocidente.


É homenageada e celebrada no dia 09 de fevereiro.






Fonte: http://www.peacockpoverty.org






Ariadne


















☽✪☾ Nas Mãos da Lua ☽✪☾

domingo

LAKSHMI - A MINHA DEUSA

Lakshmi é uma Deusa Indiana consorte de Vishnu, um Deus Protetor, que é muito amada por seu povo. Foi ela que deu a Indra, o Rei dos Deuses, o soma (ou sangue do conhecimento) do seu próprio corpo para que ele produzisse a ilusão do parto e se tornasse o Rei dos Devas.
A Deusa Lakshmi significa "boa sorte" para os hindus. A palavra "Lakhsmi" é derivada da palavra "Laksya" do sânscrito, significando o "alvo", o "objetivo".
Lakshmi é uma Deusa do amor e da beleza, da sorte, da prosperidade e do sucesso. No hindu moderno é representada como uma jovem de longos cabelos negros brilhantes e soltos, vestindo um sari (vestido típico das mulheres da Índia) vermelho com bordados dourados e usando diversas jóias
como: colares, braceletes, pingentes e um aro no nariz com incrustações. Em sua cabeça ostenta uma coroa (Mitra) que representa o Monte Meru, a "Morada dos Deuses", que se vê circundada por um aro de luz que simboliza a Luz Solar. Em suas diferentes representações, pode mostrar-se com uma tez escura, ressaltando seu caráter de consorte de Vishnu; quando sua tez é da cor dourada,simboliza fonte de riqueza; se é branca, é a forma mais pura de Prakriti (da natureza); se a tez é rosada, se mostra como a Mãe de todas as criaturas.
Apesar dela aparecer em inúmeras ilustrações com quatro braços, é normalmente representada apenas com dois, segurando uma flor de lótus, ou sentada sobre ela com um cântaro que jorra moedas de ouro e flanqueada por dois elefantes. Normalmente nos templos da Índia, Lakhshmi está em pé ao lado de seu consorte, o Deus Vishnu, o segundo membro da trimurti hindu. A Trimurti("tripla estátua"), ou trindade, da divindade hindu consiste de: Brahma, Vishnu e Shiva.
Quando é representada por quatro braços, os dois posteriores carregam flores de lótus(conhecimento desenvolvido); os braços anteriores mostram suas mãos doadoras de pepitas de ouro ou gemas, símbolos da fortuna que entrega aos homens: ouro e a gema do conhecimento. As quatro mãos significam os quatro fins da vida humana: dharma (atos de justiça e dever), kama (prazeres sensuais), artha (riqueza) e moksha (libertação espiritual final). As mãos da frente representam a atividade de mundo físico e as detrás, indicam as atividades espirituais que conduzem à perfeição espiritual.
A posição das mãos: em Abhaya até Mudrá ou postura de Proteção no caminho da devoção, e em Varada até Mudra ou Doadora de dons.O assento de lótus, onde a Deusa se posiciona em cima, significa dizer que devemos apreciar a
riqueza, mas não devemos nos tornar obsessivos por ela. Nossa vida deve ser análoga a um lótus, que cresce na água, mas não é molhada por ela. Os lótus, quando mostrados em vários estágios de florescimento, representam os mundos e os seres em vários estágios de evolução. A flor de lótus
sustentada pela mão direita posterior nos dá a idéia de que devemos executar todos os nossos deveres de acordo com o dharma. Isso nos conduzirá ao moksha (libertação espiritual final) que está simbolizado por um lótus na mão esquerda posterior.
As moedas de ouro que caem na terra da mão anterior de Lakshmi ilustram o seu poder de doar riqueza e prosperidade para seus devotos. Os dois elefantes ao fundo simbolizam o nome e a fama associados a riqueza temporal. A idéia passada é que o devoto que obtiver a graça da riqueza não é tão somente para adquirir nome e fama ou para satisfazer seu próprio desejo material, mas deve compartilhar com o outro a fim de também propiciar-lhe felicidade. As trompas dos elefantes que sustentam cânforas das quais jorram água, representam as águas do Sagrado Ganges ou também o
Amrita obtido através do "Batimento ou Agitamento" do oceano do qual Lakshmi surgiu esplendorosa, com uma beleza sem par.
Muitas vezes Laskhmi é mostrada portando uma cânfora com Amrita (elixir da imortalidade do espírito), coberta de Kusa (erva ritualística).
Como Deusa da prosperidade Lakshmi, é chamada também como Dharidranashini (a que destrói toda a pobreza) e Dharidradvamshini (àquela que se opõe a pobreza).As vezes, se faz referência a ambos (Lakshmi-Vishnu) pelo nome Lakshmi-Narayan, sendo Narayan outro nome de Vishnu.


Outros nomes que são dados para LaksHmi incluem Hira (jóia), Indira (A Poderosa) e Lokamata(A Mãe do Mundo). Entretanto, é chamada também de Chanchala que significa "volúvel", ou aquela que não fica em um lugar por muito tempo. Isso significa que a fortuna e a riqueza não permanecem por tempo prolongado nas mãos de qualquer um. Somente aqueles que são
merecedores do respeito da Deusa terão esse privilégio. Portanto, não devemos somente adorá-la,mas também não devemos desperdiçar dinheiro em artigos ou projetos desnecessários.



NASCIMENTO DE LAKSHMI
Como todas as Deusas no panteão Hindu, Lakshmi tem muitas histórias sobre sua origem. Uma delas conta, que o Rei dos Reis, Indra, certo dia, perdeu seus poderes e envelheceu. Um sábio nomeou um Deva menor para ir até Brahma em busca de uma solução. Entretanto, esse último o conduziu até Mahavishnu (avatar de Vishnu) para um melhor aconselhamento. Vishnu sorriu ao ouvir o problema dos Devas (Deuses Menores) e deu-lhes uma solução. Disse que deveriam agitar o poderoso oceano de leite e beber amrita, o elixir que os faria recuperar a juventude e a força.
Mas tal feito não era nada fácil. Como chocalhar o oceano? Usando a montanha Mandara e a serpente Vasuki. Os Devas então foram providenciar tudo. Mas a montanha Mandara necessitava de uma base para puxá-la. Então Vishnu transformou-se em uma tartaruga poderosa e serviu de base para a montanha. Colocaram ainda, a serpente Vasuki em torno da montanha para protegê-la.
Os demônios acordados com tanta agitação, também quiseram compartilhar o elixir. Os Devas,como sabiam que não conseguiriam realizar a tarefa sozinhos, aceitaram a ajuda dos Asuras(demônios).Agitaram tanto o oceano até que seus braços se feriram e receberam então, quatorze presentes preciosos para à humanidade. A Deusa Lakshmi foi a última a emergir. Sentada sobre um lótus,era extremamente bela e encantou a todos. Os elefantes do céu derramavam gotas de água para refrescá-la. De acordo com a mitologia hindu, a terra inteira é mantida por quatro elefantes
chamados Dik-gaj, onde "dik" significa o sentido e "gaj", o elefante.
Lakshmi trouxe consigo o elixir, que faria reviver a força dos Deuses. Escolheu então, para ser seu consorte, Vishnu. Vishnu carregou Lakshmi do oceano até o céu e cada vez que ele desce na terra como um avatar, é acompanhado por um avatar de Lakshmi.


REENCARNAÇÕES DA DEUSA
A Deusa-Mãe Lakshmi é consultada pela população hindu, buscando algum tipo de riqueza. Há oito modalidades de se adorar Lakshmi, levando em conta o resultado desejado.
* Santhana lakshmi
Ela protege toda a Riqueza da Família, principalmente as crianças.
* Gaja laksmi
Ela surge como Rainha Universal com seus dois elefantes que atendem todas as preces e orações..
* Aishwarya lakshmi
Só Ela encerra a totalidade do conhecimento, tanto material quanto espiritual.
* Dhanya lakshmi
É Ela que alimenta o mundo nos concedendo a Riqueza da boa colheita dos grãos.
* Adhi lakshmi
Ela é a Mãe Divina e fonte de todo o poder de Vishnu.
* Vijaya lakshmi
É Ela que nos concede a vitória sobre obstáculos e problemas (vitória tb, no trabalho e aspectos legais)
* Dhana lakshmi
Ela é a doadora do todo tipo de riqueza
* Veera lakhsmi ou Dhairyalakshmi
É Ela que nos dá força e coragem para enfrentarmos qualquer sacrifício.



FESTIVAL DIWALLI
O festival de luzes de Lakshmi se chama Diwalli (25 outubro), que homenageia essa Deusa como a esposa de Vishnu. Nessa noite, as esposas hindus dançam particularmente para seus maridos. Lanternas de óleo são acesas por toda parte e pratos típicos são servidos. Esse é o Natal
hindu, um período de boa sorte e prosperidade. Essa festa tem duração de uma semana. Um dos costumes associados com o Diwalli é o jogo, especialmente ao Norte da índia. Se diz que nesse dia a Deusa Parvati jogou os dados com seu marido Shiva e declarou que quem jogasse
na noite de Diwalli, prosperaria durante todo o ano seguinte. Ainda hoje, os hindus conservam a tradição do jogo de cartas.
Diwalli é de grande importância para a comunidade dos negócios. As casas e locais de trabalho se renovam e se decoram. As entradas se adoram com lindos motivos tradicionais de desenhos Rangoli para receber a Deusa da riqueza e da prosperidade. Para indicar sua tão esperada chegad se
desenha por toda a casa pequenas pisadas com farinha de arroz. As lamparinas e velas devem ser mantidas acesas por toda a noite. As mulheres compram algo de ouro ou de prata, ou algum utensílio novo para ser usado nessa noite.
Ao entardecer, quando se acendem as velas e lâmpadas de azeite, se venera a Deusa entoando canções de devoção e lhe é oferecido também, doces tradicionais.
Os hindus devotos, creêm que Lakshmi atrai a boa sorte e a prosperidade. Se uma mulher é
alegre e trabalhadora, se é boa cozinheira, ama a casa e os filhos, e se seu marido prospera, então seus amigos dizem:
-"Tua mulher é uma verdadeira Lakshmi", ou seja, a mulher atrai a boa sorte.
Normalmente a mulher casada, particularmente a mulher jovem casada e com filhos, é considerada portadora de boasorte, pois apresenta aspectos da Deusa Lakshmi, ou seja, o arquétipo ativo da Deusa.


PARA ALCANÇAR A PROSPERIDADE
Om Sreem Kareem Aum Kubera Lakshmi Kamala Daveenyai Dhanakashinyai
Sowaha
O mantra deve ser recitado 108 vezes e depois a riqueza e prosperidade estarão presentes em nossas vidas.






Karla
Fonte:http://www.yogadevi.org/















☽✪☾ Nas Mãos da Lua ☽✪☾


sexta-feira

O CHAMADO DA DEUSA NEGRA


As Deusas Negras são deidades que se conectam com as luas escuras (nova, minguante) e possuem diversos atributos. São senhoras da morte e da ressureição, dos oráculos, e são utilizadas geralmente para trabalhar a nossa sombra. Da mesma forma que a Deusa Tríplice, as Deusas Negras são um aspecto dessa Deusa, e também tem uma Carga ou Chamado, que eu vou apresentar agora:






O CHAMADO DA DEUSA NEGRA




"Eu sou as trevas por trás e por baixo das sombras.

Eu sou a ausência de ar que espera no início de cada respiração.

Eu sou o fim antes que a vida recomece, a deterioração que fertiliza o que vive.

Eu sou o poço sem fundo, o esforço sem fim para reivindicar o que é negado.

Eu sou a chave que destranca todas as portas.

Eu sou a glória da descoberta, pois eu sou o que está escondido, segregado e proibido.

Venha a mim na Lua Negra e veja o que não pode ser visto, encare o terror que é só seu.

Nade até mim através dos mais negros oceanos, até o centro de seus maiores medos. Eu e o Deus das trevas o manteremos em segurança.

Grite para nós em terror e seu será o poder de suportar o insuportável.

Pense em mim quando sentir prazer e eu o intensificarei. Até o dia em que eu terei o maior prazer de encontrá-lo na encruzilhada entre os mundos.

Sabedoria e a capacidade de dar poderes são os meus presentes.

Ouça-me, criança, e conheça-me por quem eu sou. Eu tenho estado com você desde o seu nascimento e ficarei com você até que você retorne a mim no crepúsculo final.

Eu sou a amante apaixonada e sedutora que inspira o poeta a sonhar.

Eu sou aquela que te chama ao fim de sua jornada. Quando o dia se vai, minhas crianças encontram seu descanso abençoado em meus braços.

Eu sou o útero do qual todas as coisas nascem.

Eu sou o sombrio, silencioso túmulo; todas as coisas devem vir a mim e suportar a morte e o renascer para o todo.

Eu sou a Bruxa que não será governada, a tecelã do tempo, a professora dos mistérios.

Eu corto as linhas que trazem minhas crianças até mim. Eu corto as gargantas dos cruéis e bebo o sangue daqueles sem coração. Engula seu medo e venha até mim, e você descobrirá a verdadeira beleza, força e coragem.

Eu sou a fúria que dilacera a carne da injustiça.

Eu sou a forja incandescente que transforma seus demônios internos em ferramentas de poder. Abra-se a meu abraço e domínio.

Eu sou a espada resplandescente que te protege do mal.

Eu sou o cadinho no qual todos os seus aspectos se misturam em um arco-íris de união.

Eu sou as profundezas aveludadas do céu noturno, as brumas rodopiantes da meia-noite, coberta de mistério.

Eu sou a crisálida na qual você irá encarar o que te apavora e da qual você irá florescer vibrante e renovada.

Procure por mim nas encruzilhadas e você será transformada, pois uma vez que você olhe para meu rosto não existe volta.

Eu sou o fogo que beija as algemas e as leva embora.

Eu sou o caldeirão no qual todos os opostos crescem para se conhecer de verdade.

Eu sou a teia que conecta todas as coisas.

Eu sou a curadora de todas as feridas, a guerreira que corrije todos os erros a seu tempo.

Eu faço o fraco forte. Eu faço humilde o arrogante. Eu ergo o oprimido e dou poderes ao desprivilegiado. Eu sou a justiça temperada com compaixão.

Eu sou você, eu sou parte de você, estou dentro de você.

Me procure dentro e fora e você será forte. Conheça-me, aventure-se nas trevas para que você possa acordar com equilíbrio, iluminação e plenitude.

Leve meu amor consigo a toda parte e encontre o poder interior para ser quem você quiser.



Fonte:olivrodabruxa.blogspot.com


Nuit

Olá! Você estã Nas Mãos da Lua!

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Krishna e Radha

Krishna e Radha

Lakshmi e Vishnu

Roda do Ano do Hemisfério Sul

Roda do Ano do Hemisfério Sul

Roda do Ano do Hemisfério Norte

Roda do Ano do Hemisfério Norte