Seja bem-vindo. Hoje é

Gente Encantada

Que os Deuses te guardem na palma de suas mãos.Abençoadas/os sejam!

terça-feira

MAGIA DRACONIANA/DRAGON MAGICK



Olá gente encantada! A nossa vida está muito louca por isso as postagens não estão sendo diárias. Pedimos desculpas. Não sei quando tudo voltará ao normal. Nosso assunto de hoje é magia. Porém, não é qualquer magia. É a magia draconiana. Ansiosos por saber o que é isso? Vamos lá então!


MAGIA DRACONIANA/DRAGON MAGICK


A Dragon Magick, a magia com a elaboração dos dragões, é um ramo de magia não ligado à Wicca que, como o próprio nome diz, lança mão do contato e da energia mágica dos dragões. Os praticantes da Dragon Magick usam a magia de modo totalmente diferente de nós dos wiccanos.


Antes de mais nada, é preciso sublinhar que existem pouquíssimas fontes disponíveis sobre o tema e, até o momento, nenhuma em português (...)





O que são dragões?


Dragões são seres que habitam um dos muitos planos astrais com os quais temos contato e que tocam nosso mundo de alguma maneira. Se os dragões alguma vez tiveram existência física neste plano é algo que não se pode afirmar, mas a universidade das lendas e mitos sobre esses seres nos leva a deduzir que eles fazem visitas freqüentes ao nosso plano desde a aurora da humanidade.



Existe uma lenda segundo qual, quando os dragões encontraram o ser humano pela primeira vez, ainda nos primórdios da espécie humana, em sua sabedoria, eles decidiram cuidar da criança que nascia, essa nova espécie, a fim de ajudá-la a se desenvolver. Mas os seres humanos se mostraram tão cruéis uns com os outros que os dragões começaram a achar que não valia a pena cuidar da humanidade e por isso foram se retirando mais e mais para seu próprio plano, até não serem mais avistados neste mundo.


No entanto, a mudança de comportamento de alguns humanos, que possibilitaram a volta da Deusa e o fortalecimentos dos movimentos ecológicos, fez com que alguns dragões se disputassem a se aproximar da humanidade novamente, desde que a iniciativa partisse de nós.


Como habitam um plano que consideramos astral, os dragões podem assumir qualquer forma e tamanho que desejam, mas costumam assumir a forma humana para se comunicar melhor com o homem.


Desde a aurora dos tempos, os dragões são atraídos pela magia, pois é por meio dela que essas criaturas criam vida nesta dimensão. É por isso que os praticantes de Magia podem entrar em contato com os dragões.


Os dragões são seres sábios e poderosos, que possuem um código de ética extremamente rígido e elevam muito a sério os compromissos que assumem ou que são assumidos com eles. Costumam reagir com extrema violência quando sentem que foram usados ou traídos de alguma maneira. A prática da Dragon Magick, portanto, exige disciplina, comportamento ético em todas as áreas da vida, respeito pelo livre-arbítrio de outros seres e respeito e reverência pela vida e pelos compromissos assumidos.




O que é necessário para se praticar a Dragon Magick?


Antes de qualquer outra coisa, é preciso saber por que você quer praticar esse tipo de magia. Se sua motivação básica é o respeito e o amor pelos dragões e pela magia, vá em frente. Mas, se seu objetivo é ganhar poder para impressionar os outros, desista enquanto é tempo.


Se sua motivações forem dignas e seu desejo sincero, comece a aprofundar seu conhecimento e sua conexão com os elementos. Compre estatuetas e jóias de dragões, uma vez que eles são atraídos por pessoas que gostem deles e exibem com orgulho esse amor.


O ideal é que você tenha um altar exclusivo para a prática da Dragon Magick, com instrumentos consagrados apenas para esse fim. Você vai precisar dos instrumentos básicos, athame, bastão, cálice e pentagrama, e mais: um espelho, um caldeirão e, se possível, uma espada.


O primeiro passo é estabelecer contato com os dragões. Pode-se ter sucesso na primeira vez que tentar ou pode levar vários meses. Esse primeiro contato é feito por meio de um ritual. Primeiro, faça uma meditação com Tiamat, a Grande Mãe Dragão primordial. Converse com ela, dizendo que você deseja se aproximar dos dragões e pedindo as bênçãos da Deusa. Uma vez que tenha obtido a bênção da Deusa, componha você mesmo um ritual no qual seja se aproximar e pedindo a um deles que seja seu companheiro mágico e guardião.

Ofereça incenso diariamente aos dragões, pois eles estão associados ao elemento fogo, e cante e dance com eles.


Quando um dragão se apresentar, criem um laço de amizade, amor e respeito mútuo com ele (ou ela). Passe algum tempo apenas estreitando esse laços. Convide-o a participar dos seus rituais, para que ele comece a fazer parte da sua vida mágica.


Quando sentir que sua conexão com ele está firme e plena, é hora de dar o passo seguinte. Peça a ele que o ajude a encontrar os instrumentos mágicos que você usará na prática da Dragon Magick.

Quando tiver os quatro principais, componha um ritual para sagrá-los. Trace o círculo, evoque a presença de seu Dragão Guardião e apresente-se às direções e aos dragões dos elementos, pedindo que eles o auxiliem em sua nova jornada mágica.

Consagre, então seus instrumentos dentro desse círculo.


A partir daí, comece a estreitar seu contato com os dragões associados a cada elemento. Medite com eles, dance e cante para eles. Procure acender velas em seu altar todas as noites, como uma homenagem aos dragões. Comece a evocá-los sempre que fizer magia, pedindo que eles acrescentem sua energia a seus feitiços e rituais. Você verá que eles começarão a lhe ensinar coisas , a propor trabalhos e novas idéias mágicas e a ajudá-lo a encontrar livros e outras fontes que auxiliem no seu desenvolvimento mágico. Eles estarão sempre presentes na sua vida, desde que você tenha atitudes coerentes e permaneça fiel ao seu próprio código de ética.




Os dragões são protetores fantásticos! Se você conseguir fazer amizade com um deles, terá um protetor leal para toda a vida. Mas eles também são seres dotados de pouquíssima paciência quando se trata de pessoas indisciplinadas, preguiçosas, hipócritas e falsas , e tendem a demonstrar seu desagrado de maneiras bastante evidentes.

Há quem acredite que a amizade com um dragão é para sempre. Não apenas para esta vida, mas para todas as futuras, por toda a eternidade e além. Por isso, pense muito bem antes de se decidir a trabalhar com eles. Os dragões já se decepcionaram uma vez com os seres humanos. Não vamos deixar que isso aconteça outra vez.


Terça de Luz!

Ariadne


☽✪☾ Nas Mãos da Lua ☽✪☾

domingo

FIAR E TECER - AS ARTES MÁGICAS FEMININAS



Irmãs e Irmãos, achei este texto maravilhoso de Mirella Faur - de quem gosto muito- e gostaria de compartilhar com vocês.




FIAR E TECER, AS ARTES MÁGICAS FEMININAS





Mirella Faur




Fiar e tecer são antigas artes mágicas femininas e aparecem nos mitos de várias deusas como expressão dos Seus poderes proféticos, criativos e sustentadores dos ciclos lunares, das estações e da vida humana. Tendo o fuso como símbolo de poder, a Deusa como Fonte Criadora controlava e mantinha a ordem cósmica, os ciclos naturais e a continuidade do mundo. Fiar é um processo cíclico assim como também é a alternância das fases lunares, das estações, da vida e da morte, do início e do fim. Inúmeros mitos descrevem deusas tecendo com fios subtis o céu, o mar, as nuvens, o tempo, os elementos da natureza, os ciclos e os destinos dos seres humanos.




As Senhoras do Destino de várias tradições - conhecidas como as Parcas gregas, as Moiras romanas, as Nornes nórdicas ou as Rodjenice eslavas - tinham como símbolo mágico o fuso, a roda de fiar, os fios e a tessitura. Elas fiavam, mediam e cortavam o fio da vida, entoando canções que prediziam os destinos dos recém- nascidos e apareciam como deusas tríplices ou tríades de deusas idosas, envoltas por mantos com capuz ou vestidas de branco, preto ou com idades diferenciadas pelas cores das suas roupas (branco, vermelho, preto).




A confecção de roupas de algum tipo de material tecido fazia parte das atividades femininas desde a descoberta paleolítica de preparação de fios, torcendo pequenos filamentos de fibras naturais. Com este método eram preparadas cordas para amarrar, redes, armadilhas, roupas e cobertas. A descoberta do ato de fiar pode ser comparada em importância nas artes domésticas com a introdução da roda nas atividades agrícolas.




A mais antiga tessitura foi encontrada na estatueta neolítica de Lespugue, datada de 20.000 anos a.C. cuja figura feminina chamada de Vénus usa um “avental” de fios torcidos amarrados com uma tira na cintura. Os fios com as extremidades desfiadas indicam a sua origem vegetal ou animal, modelo semelhante à saia de uma jovem, cuja múmia da Idade de Bronze (14000 a.C.) foi encontrada num tronco de madeira nos pântanos de Dinamarca e que está exposta atualmente no Museu Real de Copenhaga. *





Os seus ossos desapareceram, mas os seus cabelos, roupas e objetos de madeira foram preservados pela acidez do solo. A saia era do tipo envelope, com tiras entrançadas e presas na cintura e terminando com uma fileira de nós amarrando conchas e pedrinhas, que tilintavam com o balanço dos quadris ao andar. Acredita-se que esse tipo de saia - encontrada também noutros túmulos - não era para o uso comum, possivelmente tinha um significado místico e seria usada em ritos de passagem (menarca, casamento, gravidez). Resquícios desse tipo de avental e enfeites encontram-se nos trajes folclóricos dos Balcãs e nas saias com franjas das camponesas de Macedónia, cujos bordados têm formas de losangos, reconhecidos símbolos de fertilidade.




Cintos decorados e usados com objetivos mágicos são citados na Ilíade (coletânea de poemas de Homero), como no mito de Hera, que pegou emprestado o cinto mágico de Afrodite (cujos bordados enfeitiçados despertavam desejo e amor) para seduzir Zeus. Cintos longos tecidos de lã vermelha e com franjas nas extremidades - chamados zostra - eram heranças preciosas das mulheres europeias, que passavam de mãe para filha e eram usados nos partos difíceis, sendo colocados nos ventres das parturientes, assim como era feito com a reprodução do cinto mágico da deusa celta Brigid (chamado brat) que facilitava a concepção e o parto.




Temos, portanto, exemplos de roupas tecidas com fins mágicos de proteção e fertilidade desde tempos muito remotos, usadas pelas próprias deusas e que podiam ser “emprestadas” em ocasiões especiais. Na Grécia as deusas teciam e encorajavam as mulheres nessa arte mágica, como comprovam as lendas de mulheres sobrenaturais Circe e Calipso, os mitos da deusa Ártemis, Afrodite e principalmente Athena, exímia tecelã, que ensinou a tecelagem a Penélope e a Helena e teceu as roupas de Pandora, após ela ter sido criada pelos deuses.




A lã era o principal material usado na Grécia e no Norte europeu, enquanto no Egipto as roupas eram feitas de linho e cânhamo, tendo o linho sido usado na Anatólia desde 7000 anos a.C. e destinado a roupas, toalhas e faixas para embalsamar múmias.
No Norte europeu a tecelagem era praticada desde a Idade de Bronze, usando lã, cânhamo, linho ou outras fibras, resultando em tecidos de boa qualidade como comprovam os achados dos túmulos e sítios arqueológicos. Durante pelo menos 9000 anos as mulheres passaram os meses de inverno fiando e tecendo e os seus tecidos serviam como moeda de troca no intercâmbio com outros países. Somente no século XII o tear horizontal substituiu o fuso e a roda de fiar e confrarias masculinas foram aos poucos assumindo a tecelagem em grande escala. Porém, as mulheres continuaram a fiar e tecer nas suas casas, mantendo assim vivas as lendas e tradições da tecelagem como uma arte mágica feminina.




Um antigo método de tecer, usando pequenas tábuas furadas no meio e giradas com as mãos, era usado pelas videntes da Irlanda para prever o resultado das batalhas e os cataclismos naturais. O fuso era usado também como arma feminina nas disputas domésticas para se defenderem da violência masculina, além de ser o principal meio para ganhar o seu sustento. Além de roupas e lençóis, as mulheres teciam também tapeçarias para as paredes, com cenas míticas ou de guerra e que adornavam palácios e templos. Essas cenas tecidas pelas mulheres de várias épocas históricas e diversos lugares, não apenas divulgavam os mitos quando expostas em datas festivas, mas influenciaram a sua interpretação histórica posterior.




Na Escandinávia, Alemanha e nos países bálticos permaneceram várias superstições e proibições ligadas ao ato de fiar, bem como certos dias dedicados às deusas, quando era proibido fiar, tecer ou costurar, talvez para proporcionar um merecido descanso após a labuta diária. As lendas das deusas Holda, Perchta, Holle, Latvia, Habetrot - que puniam as preguiçosas com os seus fusos - na verdade, serviam como incentivo para que o trabalho fosse bem feito e prometiam recompensas para aquelas que se esmeravam na sua arte. A deusa padroeira das fiandeiras existiu em várias tradições como a egípcia (Ísis), alemã (Holle, Perchta), basca (Mari), lituana (Laima), italiana (Befana), eslava (Baba Yaga, Mokosh), japonesa (Amaterassu), grega (Ártemis, Athena), nórdica (Frigga), báltica (Saule, Sunna, Rana Neida), além da Rainha das Fadas de França, Espanha, Irlanda, Inglaterra.




As figuras sobrenaturais - que persistiram nas tradições femininas até o século XX - guardam certas características das antigas deusas da fertilidade, cujas bênçãos eram procuradas por moças e mulheres adultas e cuja ira se direcionava contra aqueles que as exploravam ou maltratavam. As histórias contadas nas longas e escuras noites de inverno preservaram o legado ancestral, que permanece nos contos de fadas e nas imagens das fadas benévolas ou vingativas.
Em diversas bracteate de ouro do século VI encontradas na Alemanha e usadas como amuletos, aparecem figuras femininas segurando objetos ligados ao fiar e tecer, reminiscências das deusas pré-cristãs. No tempo dos Vikings o predomínio das permanentes batalhas nas lendas associou as atividades de fiar e tecer com os presságios dos desfechos dos combates e dos sinais do destino. Num poema norueguês do século XI, descreve-se uma cena dramática em que doze Valquírias tecem entranhas humanas sobre um tear feito de espadas e caveiras e cuja canção pressagia o fim funesto de uma batalha e a morte de muitos guerreiros. O poema talvez mesclasse as figuras das Nornes com as Valquírias, que também aparecem noutros mitos com a missão de prever ou determinar o resultado das batalhas e a escolha daqueles que iriam morrer. Ecos das deusas tecelãs existem no cristianismo, como são vistas nas cenas da Anunciação de vários afrescos, onde Maria aparece segurando um fuso e o fio passa iluminado acima da cabeça de Jesus, enfatizando a ligação entre o ato de fiar como símbolo do destino, da vida e do nascimento da criança divina.




O papel importante desempenhado pela tecelagem na vida das mulheres ao longo dos milénios e o processo pelo qual o fio é criado pelo giro do fuso e da roda, seguido do ato de tecer vários padrões em diversas cores, tornaram-no um símbolo mítico efetivo na criação da ordem cósmica e na determinação dos destinos humanos. Tecer é um ato criativo e expansivo, fios, cordas, redes e tecidos foram usados como símbolos da criação do mundo e da vida humana.
As mulheres antigas associavam-no ao nascimento da criança para um futuro desconhecido, um elo evidente entre tecer e parir, o cordão umbilical sendo o elo que ligava a mãe ao filho e que devia ser cortado para que uma nova vida começasse, cujo fio também iria ser cortado pela tesoura das Senhoras do Destino no momento da morte. As esperanças e os medos atávicos das mulheres perante os mistérios da gravidez e do parto fizeram-nas apelar, honrar e reverenciar a Deusa como a Grande Tecelã da vida e da morte.




A herança folclórica da tecelagem foi ignorada e mal compreendida por muito tempo pelos historiadores homens, apesar de ser a mais valiosa arte feminina até ao começo da revolução industrial no século XVIII, que levou ao seu esquecimento no mundo moderno. Nos contos de fadas, o fuso é mais do que uma ferramenta, ele é o elo mágico entre o mundo sobrenatural e o humano; em várias lendas as moças pediam a ajuda das fadas madrinhas untando o fuso com o seu sangue menstrual e depois “pulavam num poço ou entravam numa gruta”. Esses misteriosos atos são lembranças dos antigos rituais xamânicos em que se ofertava algo à Deusa e depois se buscava a conexão com um transe, que dava a sensação de cair no vazio ou penetrar no mundo das sombras.




As tecelãs atraiam criaturas sobrenaturais (fadas, elfos, goblins, anões) que as ajudavam a obter prosperidade; por isso aquelas que sabiam tecer eram mais cobiçadas como parceiras pelos homens do que as bonitas, pois a sua arte iria garantir a sobrevivência nas épocas difíceis. Por ser o fuso um símbolo feminino e atribuído a várias deusas, criou-se a associação entre fiar, seres sobrenaturais e magia. Os teutões atribuíram às mulheres atributos mágicos devido ao uso dos feitiços e encantamentos tecidos com habilidade nas noites de Lua Cheia ou Nova, enquanto os saxões chamavam às suas mulheres “tecelãs da paz”.




Fontes muito antigas descreviam a Deusa Anciã como Tecelã e Senhora do Destino, enquanto as Senhoras Brancas se deslocavam nas noites de Lua Cheia, carregando fusos, predizendo a sorte ou dando mensagens às mulheres reunidas nos círculos de menires ou próximo dos locais de poder da terra. As camponesas europeias deixavam meadas de lã ou linho nestes lugares juntamente com oferendas de pão e manteiga; na manhã seguinte, o pão tinha desaparecido e os fios tinham sido tecidos. As mulheres da tribo nativa dos Sami da Lapónia untavam as suas rodas de fiar com sangue menstrual, pedindo as bênçãos da deusa Rana Neida para a produtividade do seu trabalho.




Vários monumentos megalíticos de Bretanha, Inglaterra, Portugal, Bretanha, Espanha, Irlanda, Malta são consideradas obras das Fadas Gigantes, que carregavam as pedras nas suas cabeças enquanto fiavam e cantavam. Muitos destes lugares têm nomes associados às fadas tecelãs ou ao fuso e roda de fiar. Na Irlanda conta-se que várias colinas e ilhas foram cridas pela anciã Cailleach, que levava pedras no seu avental e as espalhava a seu gosto pela terra. Essa ligação entre seres sobrenaturais, menires e locais de poder telúrico levou à sua “demonização” pela igreja cristã, que as denominou de “pedras do diabo”, onde as bruxas teciam as suas maldições e feitiços malignos.




A aranha é vista como uma intermediária entre o céu e a terra, no seu trabalho infinito de fiar, capturar, desfazer e renovar a sua teia, por isso ela simboliza a alternância das forças que sustentam a estabilidade cósmica. Jung considerou-a um símbolo do Self, a parte da personalidade que inclui e integra o subconsciente e o consciente, o claro e o escuro, a luz e a sombra. Em vários mitos a deusa criadora aparece como aranha: A Mulher Aranha dos índios Hopis e Navajos, as deusas lunares da Indonésia, as guardiãs do tempo e do destino da Índia e a deusa da morte dos Mares do Sul.




Os círculos sagrados femininos – como a Teia de Thea – têm como objetivo principal a formação e sustentação de uma teia feminina de conexão e de reverência à sacralidade feminina, cujos fios estão sendo tecidos, fortalecidos e renovados permanentemente por todas aquelas mulheres que se dispõem a celebrar, honrar e servir à Deusa sob Suas inúmeras faces e manifestações. Esse serviço deve ser feito sem qualquer apego aos resultados e frutos dos seus esforços, assim como também as antigas tecelãs cumpriam apenas a sua tarefa ancestral visando o bem-estar das suas comunidades.




Para servir precisa de abrir o coração com a vontade de contribuir com a beleza, a plenitude e a alegria do trabalho bem feito, em benefício de outras irmãs e da Terra, oferecendo à Deusa a sua gratidão e o seu amor, sem esperar em troca reconhecimento, recompensas ou sucesso, com a certeza de ter cumprido a sua missão espiritual e evolutiva nesta encarnação.





Tenham uma semana de Luz! Abençoadas/os e glorificadas/os sejam!


Karla



☽✪☾ Nas Mãos da Lua ☽✪☾

POR QUE A DEUSA?



Boa noite Irmãs e Irmãos! Espero que todos estejam bem. Reflitamos juntos sobre a Deusa mais uma vez.

POR QUE A DEUSA?

Por que a Deusa? Acaso precisamos mesmo de outra divindade, de outra religião, de alguma coisa diferente para venerar?

Se existe um Deus, não deveria existir também uma Deusa? Não é disso que trata a Criação — as energias masculinas e femininas juntando-se para criar vida nova? Sem a mu lher não pode existir vida nova.

Se os seres humanos foram criados à semelhança do Criador, e existe apenas um Deus masculino, à imagem de quem foram criadas as mulheres? John Bradshaw diz que os filhos observam os pais, seu modelo de comportamento. Se vive numa cultura em que há apenas um Deus masculino e nenhuma Deusa, onde está o modelo para o feminino? Como é que as meninas podem aprender a ser mulheres sem a Deusa?

In O Oráculo da Deusa, Amy Sophia Marashmskv


E não é verdade? Pensem!

Abençoadas/os e glorificadas/os sejam!

Karla










☽✪☾ Nas Mãos da Lua ☽✪☾

quinta-feira

BANHOS DE AMOR


Merry Meet! Como vocês estão hoje? Preparados para o final de semana?Eu estou. Nossa postagem hoje é bem gostosa. Vamos falar de banhos de amor. Uma delícia.Aproveitem. Vamos lá então!

*BANHO DE AMOR - 1

Este banho pode ser tomado todos os dias, menos na Lua Minguante e na sexta-feira da Paixão.

Em três litros de água morna, coloque sete girassóis despetalados com as mãos, e quando despetalar, mentalize tudo que deseja.

Acrescente três colherzinhas de café de mel e tome do ombro para baixo. Se não tiver girassol, a essência serve. Ponha dezessete gotas.

Acenda uma vela rosa e seja feliz.

Faça tantas vezes quantas quiser, pois este banho também é válido para tornar nossa aura leve e simpática. Se quiser, pode acrescentar louro ou mil-homens; e os rapazes, mil-folhas.

*BANHO DE AMOR - 2

Três folhas de louro, três de alecrim e três pétalas de rosa cor de rosa, ou cravo branco.

Peça união, casamento e dinheiro, mas se ligue mais no casamento, ou na união, especialmente se usar cravo branco.

*BANHO DE AMOR - 3

Três colheres de sopa de leite (daquele de caixa, tipo longa vida), um punhadinho de sal (de preferência sal marinho), uma pitadinha de açúcar, branco, se possível, uma colherzinha de chá de mel e sete gotas do perfume do seu signo, ou do seu Orichá, ou de rosas, ou de almíscar, ou um perfume cigano, ou ainda, essências correspondentes.

Se quiser, acrescente sete pétalas de rosa cor-de-rosa. Misture tudo em uma jarra de vidro transparente e, depois do banho de chuveiro, tome este.

Quando estiver tomando o banho, mentalize o que deseja.

Se for homem, pingue perfumes à base de pinho ou de limão, ou mesmo de cravo.

*BANHO DE AMOR - 4

(moças)

Dois litros de água, sete gotas de essência de cravo, sete gotas de essência de jasmim, três folhas de louro.

Deixar em infusão por sete minutos e, depois de uma chuveirada, tomar o banho, dizendo assim:

"Louro, cravo, jasmim, preciso de um amor sem fim!

Louro, cravo, jasmim - São João, traz um amor para mim!

Pelo Universo, que seja assim!

Pelo Universo, que seja assim!

Pelo Universo, que seja assim!"

(rapazes)

Para estes, o banho é igual ao das moças, trocando somente a essência de cravo pela essência de rosas.

*BANHO DE AMOR - 5

Em três litros de água, coloque uma colher de sobremesa de açúcar cristal, treze gotas das seguintes essências ou perfumes: dama-da-noite, nardo, vênus. Treze pétalas de rosa amarela e um beijo (beije o seu dedo indicador, coloque-o na água, dizendo:

"Que este beijo dado no meu dedo indicador possa, junto com as essências e com a flor, me apontar um verdadeiro amor. Seja o açúcar para adoçar e a água para purificar".

*BANHO DE AMOR - 6

Sete gotas de almíscar, sete gotas de baunilha, sete rosas vermelhas (medicinais), sete cravos brancos, uma folha de louro, três colheres de açúcar, três colheres de pó-do-amor, uma lasquinha de canela em pau, sete folhas de dólar verdes, uma colher de dandá-da-Costa em pó (opcional).

Em cinco litros de água fervente, coloque os ingredientes citados e deixe em infusão por 37 minutos; depois coar e tomar este banho do pescoço para baixo. Os resíduos devem ser colocados perto de

uma árvore frondosa ou em um jardim. Pode também deixá-los na praia.

Quando despetalar as rosas e os cravos, deve mentalizar o pedido para arrumar um amor.

O açúcar e os dólares: pense em um amor bom e rico ou equilibrado financeiramente.

O louro: no sucesso - "Eu vou conseguir!" ("Você vai conseguir!").

Dandá-da-Costa e pó-do-amor: ninguém vai tirar este amor de você.

Baunilha e almísca: sedução total - ternura e paixão!

Finalmente, canela: "Só fará amor comigo!" ("Com você!").

Acenda uma vela para os Anjos do Amor: Anael e Haniel; e outra para Oxum, ou Vênus, como preferir, e peça, mentalize o que quiser, da forma que quiser.

No dia anterior, deverá tomar um banho de alecrim ou de arruda para limpar a aura, os corpos (mental, emocional, espiritual...).

*BANHO DE AMOR - 7

(Para noivos e casais que se amam muito)

Em qualquer sexta-feira, antes do meio-dia ou depois das 15 horas (mas antes das 18h), tomem uma boa chuveirada e, durante a mesma, pensem que está escorrendo sobre vocês, molhando todos os corpos (físico, mental, emocional, espiritual...) a água da felicidade, a água que levará todas as energias negativas e trará positivas energias a cada

chuveirada que tomarem todos os dias.

Se alguma vez faltar a água, depois dessas mentalizações diárias, não lhes faltarão a compreensão, a alegria, a paz, a esperança, o companheirismo, a amizade e muito menos o amor.

Depois, quando der, após a chuveirada, tomem um banho de espumas e mentalizem que os seus problemas terão a duração das espumas. Depois,

joguem mais espumas sobre vocês e mentalizem que seus sonhos serão lindos como as espumas.

Este é um banho sagrado, muito usado na minha tradição. Quando fiquei noiva, fiz exatamente assim. Este banho pode ser feito também por casais que muito se amam e que estão, por isso, eternamente noivos.

Quando saírem do banho, rezem para Anael e Haniel - Anjos amigos das almas gêmeas, recitando o seguinte mantra:

"ON KLIN KRON!

ON KLIN KRON!

ON KLIN KRON!"

*BANHO DE AMOR - 8

Um banho Mágico, um encantamento de amor.

Sete rosas cor-de-rosa, sete gotas de baunilha e sete gotas do seu perfume preferido.

Diga:

"Mármore! Carne! Flor! Vênus! Eu creio!"

Este banho é poderoso, da especial preferência de Oxum, de Vênus, das deusas, das flores e fadas.

As palavras são de Humboldt, um sábio, cientista e feiticeiro.


(Fonte: Bruxas Angelicais, de Clara Luz)

Blessed Be!

Nuit












☽✪☾ Nas Mãos da Lua ☽✪☾

quarta-feira

NO PRINCÍPIO ERA A MÃE



Boa noite Irmãs e Irmãos?Espero que o seu feriado tenha sido super bacana, cheio de paz e luz. A vida ainda é um grande bem, uma grande dádiva: viva a sua em perfeito amor e perfeita confiança, amando, fluindo, fazendo amor, sendo o próprio amor.

Nosso assunto de hoje é delicado para quem não acredita. Mas, para aqueles que já compreendem algumas verdades, esse artigo será pérola e alegria. Somos sagradas Irmãs. Sempre fomos. Sempre seremos.


Foi como Mãe que a mulher se tornou ameaçadora; é na maternidade que ela deve ser transfigurada, domesticada
Simone de Beauvoir, O Segundo Sexo.

(...)
"Apesar de não se conhecer quando a espécie humana descobriu o papel do homem na procriação, foi essa consciência que fez surgir no homem a necessidade de controlar a fecundidade da mulher e sobretudo a legitimidade do 'produto final' que seria o herdeiro da terra, agora também já tornada propriedade do homem. A ansiedade provocada pela incerteza da paternidade deu origem à inúmeras estratégias formuladas para minimizá-la. Para Rosseau, "o homem deveria ser capaz de controlar a conduta de sua esposa, porque é importante para ele assegurar-se que suas crianças, as quais ele é obrigado a reconhecer e manter, pertençam a ninguém mais senão a ele". (Agonito,p.119 - itálico meu)). O filósofo e historiador escocês David Hume também reconhecia este aspecto problemático da identificação da paternidade; entendendo que o contrato de casamento não bastaria para garantir a paternidade real, Hume explica que se tornava então necessário - segundo ele, não com base na justiça, mas na utilidade dessa necessidade, desenvolver na mulher não apenas o desejo de ter filhos mas ao mesmo tempo tornar o sexo algo repulsivo para elas.Conforme podemos verificar no livro da Rosemary Agonito History of Ideas on Woman, além dos pensadores brevemente mencionados acima, muitos outros se dedicaram a essa 'Cruzada' para a construção da imagem da esposa/mãe virtuosa, num articulado reforço do culto mariano introduzido pelo cristianismo; dentre esses, ela salienta as idéias de Hegel, Kant, Kierkegaard, Schopenhauer, Emerson, entre outros. Até mesmo a teoria científica de Darwin, que provocou uma salutar minimização da tradição bíblica, utiliza argumentação científica para dar suporte à noção de inferioridade da fêmea como conseqüência de sua capacidade reprodutora. Infelizmente não podemos expandir no espaço deste trabalho os inúmeros e complexos os mecanismos de construção e evolução dessa ideologia que resultou em controle naturalmente aceito pelo próprio oprimido, quando a mulher assimila seu status secundário.

Apenas para ilustrar esse processo de silenciamento da problemática da maternidade, lembraríamos brevemente como ela ocorre na concepção do comunismo, um dos pilares estruturadores da sociedade moderna; Marx exclui o trabalho reprodutivo da mulher de sua análise sobre produtividade; o marxismo deixa de lado questões ligadas ao sexo e à família pois são assuntos que os teóricos consideram privados e portanto não se encaixam em sua teoria da reprodução; as marxistas feministas tentaram combinar a reprodução biológica com o conceito de reprodução de Marx - já que a mulher "reproduz" os "meios de produção"; entretanto, não conseguiram escapar da universal mística ilusória da maternidade que mantinha as mulheres no lar."

(excertos)
(...)
Cristina M. T. Stevens


Tenham uma quinta iluminada!

Abençoadas/os e glorificadas/os sejam!


Karla










☽✪☾ Nas Mãos da Lua ☽✪☾

segunda-feira

A LUA E O SAGRADO FEMININO



Boa noite Irmãs e Irmãos! Vamos mais uma vez falar do sagrado feminino e de sua importância.O assunto é inesgotável e é sempre bom retomá-lo.
Desde tempos remotos há um elo entre a Lua, a fertilidade e os nascimentos, bem como entre os ciclos menstruais das mulheres e os ciclos da lua. Devido a essa ligação e sintonia, durante milênios as mulheres foram sacerdotisas, curandeiras, profetisas, guardadoras dos calendários e conselheiras sobre quais datas eram propícias aos rituais, às cerimônias, aos plantios, às colheitas e às caçadas. Os ciclos lunares eram a maneira natural e fácil de marcar a passagem do tempo. O padrão rítmico da Lua formou a semana de sete dias e o mês lunar de vinte e oito dias, equivalente ao ciclo menstrual da mulher. Um mês durava de uma lua nova até a seguinte, cada quarto durava uma semana e treze lunações formavam um ano. O ser humano vivia em sintonia com a natureza, respeitando seus ciclos e aprendendo com eles. Perdemos muito com a absorção do calendário gregoriano, nosso atual calendário. Saímos da sincronicidade que tínhamos com a Terra.
As limitações impostas pela cultura patriarcal judaica reduziram muito a simbologia feminina no cristianismo. Mesmo assim, alguns antigos mistérios sobreviveram ocultos em imagens, símbolos e dogmas cristãos. O Vaticano, por exemplo, foi construído sobre um antigo santuário da Deusa; a Igreja Católica é chamada de Santa Madre Igreja, por que será?! O mês de maio, antigamente consagrado às deusas Maia e Vesta, tornou-se o mês de Maria; a pomba é um antigo símbolo da Magna Dea, a Grande Mãe e mesmo Maria é chamada de Nossa Lua, Lua Espiritual, Lua Perfeita e Eterna, entre outros nomes. Os gnósticos acreditam que o Espírito Santo é o Espírito Feminino e que a verdadeira trindade é Pai / Mãe / Filho, como as próprias leis da natureza o demonstram.
Durante séculos, a sociedade patriarcal e as religiões fundamentalistas negaram as qualidades e a sabedoria do Sagrado Feminino. Mas ignorar sua existência não significou anulá-la. A atualidade está presenciando o ressurgimento da antiga sabedoria.
Por meio de estudos, pesquisas e técnicas psicológicas, foram “(re)descobertos” os segredos da psiquê humana, ensinados antigamente nas escola de mistérios e nos santuários de várias religiões. Pelo trabalho pioneiro e ousado de Carl Jung, foram encontradas explicações racionais sobre a complexa natureza emocional e os arquétipos humanos, comprovando os antigos mitos e lendas.
Os raios prateados da Lua estão iluminando os porões do Inconsciente Coletivo, prenunciando o surgimento de uma nova consciência. Revertendo a situação que a sociedade patriarcal criou, que mutilou o feminino e aprisionou nossas consciências levando a humanidade onde se encontra hoje. O antídoto contra as conseqüências nefastas do domínio da mentalidade patriarcal é o realinhamento com o Divino Feminino.
Homens e mulheres, busquem conectarem-se com a energia da Grande Mãe, de Maria, de Gaia, de Pachamama, Lua, Terra, Shakti, Kundalini, como quiserem chamá-la, essa energia vital que nos trará consciência ecológica, fraternal, global e Universal.
Abençoadas/os e glorificadas/os sejam!


Karla












☽✪☾ Nas Mãos da Lua ☽✪☾

domingo

O BATISMO PAGÃO



Olá gente encantada!Vamos falar de algo que você gostará.Aproveita o momento e leia a nossa postagem.Domingo de luz!

O Batismo é uma cerimonia muito antiga, praticada pelas sociedades antigas, em seus diversos cultos e religiões, desde tempos imemoriais.

Através dela não somente confirmava-se o nome que tinha sido dado pelos pais ao bebé, no momento do nascimento, como também celebrava-se esta cerimonia nos Templos, aos iniciados, quando recebiam seu Nome na Arte, ou o Nome Cósmico, dependendo do caso.

Hoje em dia esta cerimonia é conhecida como o Batismo em casa, e já quase não é usado, pois sua importancia, ainda que muito maior que a cerimonia na Igreja, foi deixada de lado, como algo irrelevante.

Esta cerimonia pode ser feita em casa, ou num Coven, ou ao livre em comunhão com a Natureza, Mãe Terra; se ouver um Sacerdote ou Sacerdotisa, ou um Bruxa, poderá oficiar o batismo, fazendo uma breve introdução, contendo além das palavras que desejar, para unir a energia do grupo, uma explicação sobre o Batismo Pagão.

Não é imprescindível um Altar, mas nada impede que esta cerimonia seja feita na frente dele se ouver.

Serão necessários dois padrinhos, um homem e uma mulher, como representação de nossos pais espirituais, os quais tem nos apoiado nas diversas existências anteriores, e que se apresentam agora na figura dos padrinhos, como nossos guias nesta vida atual.

A madrinha segurará o bebé no colo, ou dará a mão se a criança for maior, ou colocará o braço ao redor do adulta que será iniciada e/ou batizada.

Ela terá na mão um ramo da Arruda, e o padrinho uma vela branca acesa.

Depois da palavras do oficianta, o padrinho inicia a cerimonia dizendo:

“Eu ( dizer nome da Arte do padrinho) confirmo teu Nome……………(dizer o Nome escolhido na Arte ou Nome Cósmico da pessoa que está sendo batizada) e te batizo com ele em Nome do Espirito dos Espíritos (Akasha) e em Nome Daquela que é (a Deusa).

Prometo nesta hora sagrada, que assim como esta luzinha brilha na tua mão (colocar a vela na mão do bebé ou entregar à pessoa que está sendo batizada) por todo o sempre haverá uma Luz acesa em meu coração, para iluminar teus passos e guiar o teu Caminho”

Neste ponto todos os presentes devem dizer : “que assim seja!”

Agora a madrinha diz:

“Eu (dizer o Nome na Arte da madrinha) confirmo teu Nome……………(dizer o Nome escolhido na Arte ou Nome Cósmico da pessoa que está sendo batizada) e te batizo com ele em Nome do Espirito dos espíritos (Akasha) e em Nome Daquela que É (a Deusa).

Assim como estes ramos da Mãe Terra, permanecem verdes mesmo na estação do frio, e servem para nos ajudar e nos proteger, prometo, nesta hora sagrada que estarei para te ajudar e te proteger sempre que de mim precisares”

Neste ponto, todos os presentes devem dizer que :”assim seja!”

Segue o padrinho dizendo:

Dizer o Nome com o que o bebê ou a pessoa está sendo batizada e seguir:

“Que o Sopro do Espírito dos espíritos, traga Vida Real para a tu existência” ( e assopra na parte superior da cabeça do bebé, ou da pessoa que está sendo batizada)

Neste ponto, todos os presentes devem dizer que :“assim seja!”

Então a madrinha molha os ramos verdes em água previamente consagrada pela oficiante da cerimonia e diz:

Dizer o Nome com o que o bebé ou a pessoa está sendo batizada e seguir:

“Que a Deusa abençoe tua existência com a Água da Vida, tornando-a plena de realizações”( passar o ramo em cruz na testa do bebé ou na testa da pessoa que está sendo batizada)”

Neste ponto, todos os presentes devem dizer que :“assim seja!”

Agora para terminar a cerimonia todos os presentes devem dizer:

Nós que alcançamos a vitória sobre a morte,
Nós que vencemos as batalhas pelo renascimento,
Graças a Ti, Grande Mãe que nos acolhestes em Teu Seio,
Até que estivemos prontos para a Vida Real,
Te saudamos e reverenciamos Tua Presença Infinita (todos fazem uma reverencia)

Assim é, assim será!
Em Nome do Espirito dos espíritos,
Em Nome Daquela que É!

Agora todos podem dar os parabens a familia do bebê e/ou da pessoa que foi batizada e festejar!

Nota: Não há idade para o Batismo Pagão, pode ser feito no momento que a pessoa o desejar.


Bençãos de Luz!

Ariadne







☽✪☾ Nas Mãos da Lua ☽✪☾

sexta-feira

ESCOLHENDO O SEU NOME MÁGICO



Olá gente encantada!Vamos falar de nomes mágicos hoje. Quem sabe, você poderá até escolher o seu depois de ler este artigo.

Todas nós bruxas(os) possuímos um nome mágico na arte. Esse nome é secreto e só você e os membros do coven ( se você estiver em um) devem saber. Mas você pode escolher um outro nome para se relacionar com outros pagãos, isso sem revelar seu nome secreto. Existem vários métodos de escolher o nome mágico, um dos mais comuns é escolher o nome de alguma deidade pagã, ou o nome de algum animal totem, pedras, etc. Um outro método é abrir um livro de mitologia, (o que você mais se identificar) da tradição que você preferir; celta, grega, entre outras, se você for eclético pode pegar um livro que contenha o nome de várias divindades de diversos panteões. Use o pêndulo, repare em que nomes ele reage, então, dentre eles escolha o nome que mais cabe a você.
Você também pode escolher alguns nomes e escrever num pedaço de papel, coloque debaixo do travesseiro antes de dormir e no outro dia você saberá qual será seu nome mágico.



Você também pode escolher o nome pela numerologia:

Some todos os números relativos ao seu aniversário:



Exemplo:



14/06/1959



1 + 4 + 0 + 6 + 1 + 9 + 5 + 9 = 35



Agora separe e some os dois números:


3 + 5 = 8

O número é 8

O seu nome mágico deve ter o mesmo número que o seu número natalício.



Tabela das Letras na Numerologia



Para calcular o valor do nome desejado, você soma o valor de cada letra do nome.



Exemplo:



Magus = 4 + 1 + 7 + 3 + 1 = 16

Agora soma -se os dois números do resultado: 1 + 6 = 7



Legal, não é?Sexta mágicka para vocês!


Ariadne












☽✪☾ Nas Mãos da Lua ☽✪☾

Olá! Você estã Nas Mãos da Lua!

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