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terça-feira

TARÔ EM DETALHES



Olá Irmãs e Irmãos! Tudo bem? Aqui mais um artigo sobre o Tarô.Andei pesquisando por ai e coloquei alguns downloads de livros de Tarô para os interessados.Abençoadas/os sejam!


O SIMBOLISMO DO TARÔ E O OCULTISMO


O Taro é reconhecido como a pedra fundamental do Hermetismo no Ocultismo Tradicional do Ocidente. Ouspensky no seu trabalho "The Symbolism of the Tarot - Philosofy of Occultism in Pictures and Numbers", resume a ligação entre o Ocultismo e o Simbolismo do Taro, como a seguir:


Nenhum estudo de filosofia oculta é possível sem uma familiaridade com simbolismo, pois se as palavras ocultismo e simbolismo são corretamente utilizadas, elas significam quase que a mesma coisa. O Simbolismo não pode ser aprendido como se aprende a construir pontes ou a falar uma língua estrangeira, e a interpretação de símbolos requer um estado mental especial; além de conhecimento, faculdades especiais como o poder do pensamento criativo e o desenvolvimento da imaginação são necessários. Alguém que entenda o uso do simbolismo nas artes, sabe, de maneira geral, o que significa simbolismo oculto. Porém, mesmo neste caso, um treinamento especial da mente é necessário, para a compreensão da "linguagem dos Iniciados", e para expressar nesta língua as intuições, à medida em que são levantadas.


Existem muitos métodos para o desenvolvimento do "sentido dos símbolos" para aqueles que procuram conhecer as forças ocultas na Natureza e no Homem, assim como ensinar os princípios fundamentais e os elementos da linguagem esotérica. O mais sintético, e um dos mais interessantes destes métodos, é o Taro.
Este estudo, entretanto, obedece regras especiais, pois um símbolo pode servir para engatilhar e transferir nossas intuições e sugerir novas, apenas enquanto seu sentido não é definido; por isso, símbolos reais como o Taro, estão perpétuamente em processo de criação, porque se recebem um significado definido, tornam-se hieróglifos e finalmente, um mero alfabeto. Desta forma passam a expressar conceitos ordinários, deixando de ser a linguagem dos Deuses ou dos Iniciados e tornando-se meramente um língua, que qualquer um pode aprender....


Em sua forma exterior o Taro é um pacote de cartas utilizado para jogos e adivinhação da sorte. Estas cartas foram inicialmente conhecidas na Europa no final do século XIV, quando eram utilizadas por ciganos espanhois, como quer Ouspenski; Taro do Bohemios, para Papus.
Embora sua origem exata seja desconhecida, diversos ocultistas famosos como Paracelso (Teophrastus Bombastus von Hohenheim), Papus (Gerald Encausse), Fabre d'Olivet, Court de Gebelin e Eliphas Levi (Alphonse Louis Constant) a atribuem aos egípcios, outros aos Atlantes.


Segundo Ouspensky, durante a Idade Média, quando os Taros apareceram históricamente na Europa, existia uma tendência para a construcão de sistemas lógicos, simbólicos e sintéticos análogos à "Ars Magna" de Raymond Lully. Mas produções similares ao Taro existiram na China e na Índia, desse modo impedindo-nos de imaginar que o Taro foi um destes sistemas criados na Europa, durante a Idade Média. Por diversos motivos, é também evidente que o Taro está conectado aos Antigos Mistérios e Iniciações Egípcias. Entretanto, embora de origem discutível e de objetivos desconhecidos o Taro é sem nenhuma dúvida o mais completo código de simbolismo Hermético que possuímos.


Diz Eliphas Levi no seu Dogma e Ritual da Alta Magia:
O Taro é uma verdadeira máquina filosófica que impede a mente de vagar, embora mantenha sua iniciativa e liberdade; é matemática aplicada ao Absoluto e aliança entre o positivo e o ideal, uma loteria de pensamentos tão exatos quanto números, talvêz a mais simples e maior criação do gênio humano...
Ainda relacionando o Taro à Cabala diz em outro trecho:
...A Tétrada simbólica representada nos mistérios de Menphis e Tebas pelos quatro aspectos da esfinge - homem, águia, leão e touro, correpondia aos quatro elementos do mundo antigo: água, ar, fogo e terra. ...Agora estes quatro símbolos com todas as suas analogias, explicam o mundo único e oculto em todos os santuários. ...Além do mais, a palavra sagrada que não era pronunciada, era soletrada e expressa em quatro letras: Iod, He, Vau, He...


Eliphas afirma ter encontrado uma peça de Taro cunhada no antigo Egito, e sobre ela diz:
...Essa Clavícula, considerada perdida durante séculos, foi por nós recuperada e temos sido capazes de abrir os sepulcros do mundo antigo, de fazer os mortos falarem, de observar os monumentos do passado em todo o seu esplendor, de entender enigmas de cada esfinge e de penetrar todos os santuários. ...Ora a chave em questão era esta: um alfabeto hieroglífico e numérico, expressando por caracteres e números uma série de idéias universais e absolutas.


Laurens van der Post em sua introdução para o livro "Jung e o Taro - uma Jornada Arquetípica" de Sallie Nichols, coloca:


... Ele (Jung) reconheceu de pronto, como fêz com muitos outros jogos e tentativas primordiais de adivinhação do invisível e do futuro, que o Taro tinha sua origem e antecipação em padrões profundos do inconsciente coletivo, como acesso a potenciais de maior percepção à disposição desses padrões. Era outra ponte não-racional sobre o aparente divisor de águas entre o inconsciente e a consciência, para carrear noite e dia o que deve ser o crescente fluxo de movimento entre a escuridão e a luz... Desta forma o Taro é no mínimo uma autêntica tentativa de ampliação das possibilidades das percepções humanas...


AS QUATRO CIÊNCIAS HERMÉTICAS NO TARÔ


Muitos comentaristas do Taro acreditam que este é um sumário das quatro Ciências Herméticas: Cabala, Astrologia, Alquimia e Magia, com as suas diferentes divisões. Todas estas ciências, atribuidas a Hermes Trismegistus, realmente representam um sistema amplo e profundo de investigação psicológica da natureza humana em sua relação com o mundo "noumena" (Deus e o Mundo do Espírito) e com o mundo fenomênico (o visível, o Mundo Físico), conforme Ouspensky:


...As letras do alfabeto hebraico e várias alegorias da Cabala; os nomes dos metais, ácidos e sais da Alquimia; os planetas e constelações da Astrologia; os bons e os maus espíritos da Magia - todos estes aspectos estão contidos no Taro, de modo velado aos não iniciados. Mas quando o verdadeiro alquimista procura pelo ouro, procura o ouro da alma humana; quando o astrólogo fala de constelações e planetas ele fala de constelações e planetas na alma humana ou seja nas qualidades da alma humana e sua relação com Deus e com o mundo; e quando o verdadeiro cabalista fala no Nome de Deus, imagina Seu Nome na alma humana e na Natureza, não em livros mortos ou textos bíblicos, como faziam os cabalistas escolásticos. Assim Cabala, Astrologia, Alquimia e Magia são sistemas paralelos de metafísica e psicologia, simbolicamente representados pelo Taro. Desta forma, qualquer Arcano do Taro ou qualquer sentença alquímica pode ser lida de modo cabalístico ou astrológico, mas o seu significado será sempre psicológico ou metafísico.


Diversas analogias existem entre o Taro e os ensinamentos da Cabala:
Os vinte e dois arcanos maiores correspondem as vinte duas letras do alfabeto hebraico e aos vinte e dois caminhos que interligam o Sephiroth.
Os quatro naipes (Pentáculos, Espadas, Copas e Paus) e as quatro figuras dos arcanos menores (Rei, Dama, Cavaleiro e Valete) correspondem aos quatro elementos alquímicos, as quatro letras do tetragramaton (Iod, He, Vau, He) ou ainda os quatro mundos no caminho do Relampago Brilhante (Olam ha Aziluth - Mundo da Emanação, Olam ha Briah - Mundo da Criação, Olam ha Yezirah - Mundo da Formação e Olam ha Aziah - Mundo da Manifestação ou Concreto).
As dez cartas dos arcanos menores (de As a Dez) representam as sephiras da Árvore da Vida.
E assim por diante, de tal forma que é impossível não notar as similaridades entre os dois sistemas..


O TARÔ NOS TEMPLOS EGÍPCIOS


Oswald Wirth em seu "Essay upon the Astronomical Tarot" refere-se à sua origem assim: "De acordo com Christian (Histoire de la Magie) os vinte e dois arcanos maiores do Taro, representam pinturas hieroglíficas que foram encontradas nos espaços entre as colunas de uma galeria, onde os neófitos deviam passar nas iniciações egípcias. Haviam 12 colunas ao norte e 12 colunas ao sul, ou seja, onze figuras simbólicas de cada lado. Estas figuras eram explicadas ao candidato em ordem regular, e elas continham as regras e os princípios da iniciação. Esta opinião é confirmada pela correspondência que existe entre os arcanos quando eles são desta forma arrajandos."


Na galeria do Templo, as figuras eram arranjadas em pares, uma oposta à outra, de tal modo que a última era oposta à primeira; a penúltima à segunda, e assim por diante.
Qaundo as cartas são colocadas, encontramos uma significação interessante e profunda. Desta forma a mente encontra a unidade a partir da dualidade, o monismo à partir do dualismo, o que podemos chamar da unificação da dualidade. Uma carta explica a outra e cada par mostra mais do que cada uma de per sí.


Assim, por exemplo, os arcanos X e XIII (Vida e Morte) significam em conjunto uma certa unidade, uma condição complementar que não pode ser concebida pelo processo mental normal e imperfeito. Pensamos em Vida e Morte como dois opostos antagonicos um ao outro, mas, se pensarmos mais longe, veremos que cada um depende do outro para existir e nehum dos dois pode existir separadamente.


OS 22 CAMINHOS E OS ARCANOS MAIORES


"Eis a chave religiosa e cabalística dos Taros, expressa em versos técnicos à maneira dos antigos legisladores" - (Eliphas Levi - Dogma e Ritual da Alta Magia)


1 - Aleph - Tudo mostra uma causa inteligente, ativa.
2 - Beith - O número dá prova da unidade viva.
3 - Ghimel - Nada pode limitar aquele que tudo contem
4 - Daleth - Só, antes de qualquer princípio, está presente em toda parte.
5 - He - Como é o único senhor, é o único adorável
6 - Vau - Revela aos corações puros seus belos dogmas
7 - Zain - Mas é preciso um só chefe às obras da fé.


8 - Cheth - É por isso que só temos um altar, uma lei
9 - Teth - E nunca o Eterno mudará sua base.
10 - Iod - Dos céus e dos nossos dias regula cada fase
11 - Caph - Rico em misericórdia e nérgico no punir
12 - Lamed - Promete a seu povo um rei no porvir
13 - Mem - O túmulo é a passagem para a terra nova, só a morte acaba, a vida é eterna.
14 - Nun - O bom anjo é aquele que acalma e tempera


15 - Samech - O mau é o espírito de orgulho e cólera
16 - Ain - Deus manda no raio e governa no fogo
17 - Phe - Vesper e seu orvalho obedecem a Deus
18 - Tzadi - Coloca sobre nossas torres a lua como sentinela
19 - Quph - O seu sol é a fonte em tudo que se renova
20 Resh - O seu sôpro faz germinar o pó dos túmulos
0 ou
21 - Shin - Aonde os mortais sem freios descem em multidão 21 ou
22 - Thav - Sua coroa cobriu o propiciatório


IOD - HE - VAU - HE - Quatro sinais que contém todos os nomes.


... Os quatro signos, isto é Paus, Copas, Espadas e Círculos ou Pentáculos, vulgarmente chamados de Ouros. Estas figuras são heiróglifos do tetragrama; assim Pau é o PHALLUS dos egípcios ou IOD dos hebreus; Copa é o CTEIS ou Hê primitivo; a Espada é a conjunção de ambos ou o lingham figurado do hebreu, anterior ao cativeiro pelo Vô, e o Círculo ou Pentáculo, imagem do mundo, é o Hê final do nome divino.


Agora tomemos um Taro e reunamos, quatro por quatro, todas as páginas que formam a Roda ou a ROTA de Guilherme Postello; ponhamos juntos os quatro ases, os quatro dois, etc, e teremos dez montes de cartas que dão a explicação hieroglífica do triângulo dos nomes divinos, de acordo com a escada do denário:


(Os cabalistas. multiplicando os nomes divinos, uniram todos, quer à unidade do tetragrama, quer a figura do ternário, quer a escada sephirótica da década: traçam assim a escada dos nomes e dos números divinos...)


A ÁRVORE DA VIDA E OS ARCANOS MENORES


1 - KETHER- Os Osquatro ases: A coroa de Deus tem quatro florões
2 - HOKMAH - Os quatro dois: A sua sabedoria se espalha e forma quatro rios
3 - BINAH - Os quatro tres: De sua inteligência dá quatro provas
4 - CHESED - Os quatro quatro: Da sua misericórdia há quatro benefícios
5 - GVURAH - Os quatro cinco: O seu rigor quatro vêzes pune quatro erros.
6 - TIPHERETH - Os quatro seis: Por quatro raios puros sua beleza se revela
7 - NETZAH- Os quatro sete: Celebremos quatro vêzes a sua vitória eterna
8 - HOD - Os quatro oito: Quatro vêzes triunfa na sua eternidade
9 - YESOD - Os quatro nove: Por quatro fundamentos seu trono é suportado
10 - MALKHUTH - Seu único reino é quatro vêzes o mesmo. E conforme os florões do divino diadema.


... Vê-se por esse arranjo tão simples, o sentido cabalístico de cada lâmina. Assim por exemplo, o cinco de paus significa rigorosamente Gvurah de Iod, isto é Justiça do Criador ou cólera do homem; o sete de copas significa vitória da misericórdia ou vitória da mulher; oito de espadas significa conflito ou equilíbrio eterno, e assim as outras. Assim podemos compreender como faziam os antigos pontífices para fazer este oráculo; as lâminas lançadas à sorte davam sempre um sentido cabalístico nôvo, mais rigorosamente verdadeiro na sua combinação, unicamente a qual era fortuita; e, como, a fé dos antigos nada dava ao acaso, eles liam as respostas da Providência nos oráculos do Taro, que eram chamados Theraph ou Theraphins entre os hebreus, como o pressentiu primeiramente o sábio cabalista Gaffarel, um dos magos habituais do cardeal Rechelieu.




Luz!


Karla








Tarô Encantado


Tarõ e Cristaisl


Cartas do Tarot


Tarot das Bruxas




☽✪☾ Nas Mãos da Lua ☽✪☾

segunda-feira

MINI-DICIONÁRIO DE TERMOS WICCANOS OU DERIVADOS DA RELIGIÃO WICCA



Boa noite! Espero que o seu dia tenha sido proveitoso. Bem aqui segue uma lista bastante interessante de termos wiccanos usados ou derivados da religião Wicca, normalmente usados em suas línguas de origem.
O propósito principal desta lista é desambiguar grafias diferentes, definir o conceito em uma ou duas linhas, tornar fácil a localização do conceito que o utilizador esteja procurando e prover um guia centralizado para os conceitos Wiccanos.
Em alguns casos, pode ser difícil separar os conceitos Wiccanos de conceitos específicos da cultura celta, de outras formas de neopaganismo ou magia ritual. Muitos desses conceitos têm um significado específico quando utilizados em relação à Wicca.
Utilizadores devem notar que a língua gaélica (de onde vêm muitos dos termos Wiccanos) não possuía alfabeto próprio e que sua transliteração para o alfabeto romano pode gerar grafias diferentes para o mesmo conceito.
Foram também incluídos nesta lista termos utilizados por religiões próximas à Wicca, como o Druidismo, e que comumente podem ser confundidas com práticas Wiccanas.




A
Amuleto - objeto natural que visa atrair sorte ao seu portador.
Asatru - Religião que cultua o Panteão Aesir.
Athame - Instrumento mágico, constitui-se numa pequena adaga ou punhal, quase sempre de dois gumes, normalmente utilizado para representação do elemento Ar, ou do princípio masculino. Algumas tradições utilizam o Athame como representação do elemento Fogo.






B
Banir - mandar embora, retirar, exterminar.
Bastão - Instrumento mágico, normalmente utilizado para representação do elemento Fogo, ou do princípio masculino. Algumas tradições utilizam o Bastão como representação do elemento Ar.
Beltane - Sabbat comemorativo do auge da Primavera
Besom - vassoura mágica.
Bolline - Instrumento mágico, constitui-se em uma faca ou pequena foice, normalmente utilizada para o corte de substâncias utilizadas em feitiçoes e encantamentos.












C
Caldeirão - Instrumento mágico, normalmente utilizado para concocção de poções ou infusões, para a queima de substâncias ou como representação do princípio feminino.
Neste último caso, o caideirão deve ter três pés, representando as três 'faces' da Deusa.
Cálice - Instrumento mágico, normalmente utilizado para representação do elemento Água, ou do princípio feminino.
Cornífero, Deus - Representação do Deus, cultuada em alguns ritos wiccanos. Cornífero significa portador de chifres em latim.
Cone de Poder - energia mágica elevada e dirigida a um objetivo dentro dos rituais.
Consagração - ato de tornar algo abençoado, sagrado.
Corpo Astral - a contraparte espiritual do corpo físico.
Cosmogonia - teoria sobre a criação do Universo.
Cosmovisão - visão sobre a criação do Universo.
Coven - Grupo organizado para a prática da Wicca, normalmente com ritos próprios ao Coven.
Covener - membro de um coven.
Coveners - membros de um coven.
Covenstead - lugar onde o coven se reúne para práticas rituais.
Cowan - termo utilizado dentro da comunidade pagã, especialmente entre bruxos,
para designar aqueles que não são iniciados nos mistérios da Arte.






D
Diânica - Tradições cujo culto é, em algum grau, mais focado na Deusa que no Deus.
Druidismo - Segmento pagão matrifocal centrado exclusivamente na figura da Deusa.
Deus, O - O Deus Cornífero é o Deus fálico da fertilidade.
Geralmente é representado como um homem de barba com casco e chifres de bode.
Ele é o guardião das entradas e do circulo mágico que é traçado para o ritual começar.
É o Deus pagão dos bosques, o rei do carvalho e senhor das matas.
É o Deus que morre e sempre renasce. Seus ciclos de morte e vida representam nossa própria existência.
Deusa, A - A Deusa é a energia Geradora do Universo, é associada aos poderes noturnos, a Lua, a intuição, aos lado inconsciente, à tudo aquilo que deve ser desvendado, daí o mito da eterna Ísis com o véu que jamais deve ser desvelado. A Lua jamais morre, mas muda de fase à cada 7 dias, representando os mistérios da eternidade e mutação. Por isso a Deusa é chamada de a “DEUSA TRÍPLICE DO CÍRCULO DO RENASCIMENTO”,pois também muda de face, assim como a Lua, e se mostra aos homens de três diferentes formas como: A VIRGEM, A MÃE e A ANCIÃ. Isso não difícil de se entender, pois dentro de Wicca todos os vários Deuses e as múltiplas faces e aspectos da Deusa,nada mais são do que a personificação e atributos da Grande Divindade Universal.
Dragões - Entidades a que alguns praticantes Wiccanos atribuem poderes sobre determinadas áreas de atuação mágica ou natural.






E
Elders - cargo dentro de um coven.
Esbat - Rituais em honra à Deusa, normalmente nas noites de Lua Cheia.
Algumas tradições chamam também de Esbat rituais realizados nas demais fases da lua.
Eneagrama - A palavra Eneagrama origina-se do grego, "enneas", que significa "nove" e "grammos" que significa "pontos". É representado por um símbolo que tem uma circunferência com nove pontos e linhas que se interligam, formando uma estrela.






F
Fadas - Entidades a que alguns praticantes Wiccanos atribuem poderes sobre determinadas áreas de atuação mágica ou natural.
Faery Wicca - Nome de uma Tradição.
Além disso, diz-se de toda prática Wiccana conectada a Fadas.






G
Grove - Grupo organizado de Covens.






I
Imbolc - Sabbat comemorativo do auge do Inverno.












L
Lammas - Outro nome para o Lughnasadh.
Livro das Sombras - Diário usado por praticantes de magia ritual para registrar rituais,feitiços, e seus resultados, bem como outras informações mágicas.
Litha - Sabbat comemorativo do solstício de Verão
Lughnasadh - Sabbat comemorativo do auge do Verão






M
Mabon - Sabbat comemorativo do equinócio de Outono






N
Neófito - um novato, aquele que se preparar para a iniciação.
Neopaganismo - Nome dado ao conjunto de religiões que buscam recriar, reinstaurar ou reproduzir as antigas religiões pagãs






O
Ostara - Sabbat comemorativo do equinócio da Primavera






P
Pentáculo - Simbolos diversos usados como instrumentos mágicos, podendo ser usado também para a realização de pedidos ou como emblema de fé pela maioria dos Wiccanos.
Pentragrama - É uma estrela de 5 pontas entrelaçadas.
É um símbolo de proteção.
Politeísmo - sistema de crença baseado em muitas Divindades.
Postulante - um neófito.




R
Rede - Código de ética fundamental da Wicca Roda do Ano - Ciclo natural das estações, comemorado nos Sabbats.






S
Sabbat - Festivais sazonais, em honra ao Deus, comemorativos da Roda do Ano.
Samhain - Sabbat comemorativo do auge do Outono
Stregheria - Stregheria, Stregoneria ou Bruxaria Italiana são os nomes dados a Velha Religião (Vecchia Religione) da região da Itália. Culto Pagão com origens nos velhos Mistérios Egeus-Mediterrâneos, a Stregheria é uma Religião Iniciática composta de diversos Clãs (Tradições),
na maioria Hereditários e extremamente herméticos. Vale resaltar que Stregheria, ao contrário do que muitos erroneamente pensam, não é Tradição de Wicca.




T
Tradição - Grupo organizado para a prática da Wicca, normalmente com ritos próprios à Tradição. Pode englobar vários Groves, Covens, Círculos e/ou praticantes solitários.
VVanatru - Religião que cultua o Panteão Vanir.
Vassoura - Vassoura comum ou especial, consagrada ao uso mágico
Vestuário - Vestimentas utilizadas ritualmente






W




Wicca - este termo você já conhece.






Y
Yule - Sabbat comemorativo do solstício de Inverno.




Abençoadas/os sejam!


Karla


☽✪☾ Nas Mãos da Lua ☽✪☾

domingo

BRUXARIA TRADICIONAL

Boa noite Irmã/Irmão! Como foi o seu dia? Espero que tenha sido cheio de vibrações positivas. Bem, hoje o assunto é Bruxaria Tradicional.É o mito que justifica e nos faz entender a origem da Bruxaria Tradicional.Relaxe e leia toda a beleza contida na religião que une e nos leva aos braços da nossa Mãe Terra.


Se diz que a Bruxaria Antiga é uma religião; religião significa re-ligar-se, re-conectar-se com o sagrado, com aquilo que foi con-sagrado, sagrado junto, ao lado de… antes do tempo do não-tempo, quando todos fomos um só, um com tudo, um com o Todo, um com Akasha.


Nesse tempo, quando a Terra ainda não era a Terra, e tudo era seco e duro, as pegadas das mulheres já estavam nela.


Nesse tempo além do tempo, as mulheres caminhavam sobre paisagens desoladas, e em suas gretas, entre densas névoas criavam e recriavam a Vida.


Essas Mulheres possuíam asas, como se fossem compridas vestes, que cobriam seus corpos, protegendo-as; elas existiam antes mesmo do espírito, e mantiveram suas asas até que ele as encontrou.


Nesse momento suas preciosas e negras extensões aladas, tornaram-se cinzas e suaves, e perderam suas coroas, quando rolaram suas cabeças pela terra árida.


Mas antes de que isto acontecesse, a Ânfora da Vida, gerava somente seres femininos, em um eterno ciclo de repetição sem fim e sem esperanças, em um insano desejo de perpetuar a Si mesma.


Entretanto, houve um Eon, no qual a busca pela perfeição e a liberdade da prisão da eternidade, fez com que a Ânfora da Vida, introduzisse em Si mesma, uma causa oposta e complementária a Ela: o ser masculino, e com ele a morte, o conceito da separação e a evolução natural.


Naquele tempo, tudo era seco, duro, desolado e coberto de pontas; pontas que se tornaram os répteis; demônios iníquos, nascidos dos passos do esquecimento, daquilo que ficou pra trás, IN- famas, fora da fama, fora do reconhecimento; infâmias e falta de compreensão, que mais tarde formariam o mal total.


E as mulheres começaram a criar e recriar formas abstratas, nascidas de cada pensamento, de cada palavra emitida ou sonhada.


E criaram e recriaram a Criação, era a Vida gerando a Si mesma, expandindo-se sem restrição, sem barreiras e sem limites, era o Caos Primordial.


Seguiu-se então um tempo, em que o mundo esteve de cabeça para baixo, porque a Terra estava no Céu e o Céu estava na Terra, e uma das mulheres disse:


” – Isto é bom.”


E a outra respondeu:


” – Separemos as coisas.”


E assim se fez.


Em meio a uma grande tormenta, as águas serpentearam, e a Terra, o seco, o duro, comprimiu-se, e uma gigantesca onda, separou-se dela, formando um imenso vórtice, dando origem a uma onda estelar fluída que protegeu a Terra como um anel.


Nesse anel ficaram gravados os símbolos das eras que se sucederiam, para que nunca jamais, nenhuma mulher esquecesse o Eon no qual foram prisioneiras da eternidade.


E a terra, o seco, o duro e desolado, cobriu-se de Beleza e Poder, e a causa Primordial, a Mulher, uniu-se à causa oposta, o Homem, e o espírito se fez e habitou entre eles, criando a separação e a morte.


Agora não tinham asas, a busca da perfeição culminou em uma obra comparável mas inigualável; agora eram livres do horror da eternidade, do ciclo imutável da repetição; agora eram livres para evoluir… mas o espírito as fez esquecer o significado da onda fluída, e novamente com o passar dos Eons caíram em outra prisão pior: o eterno ciclo de morte e renascimento, e em suas memórias agonizam, sem lembrar como escapar, sem saber como renascer ou morrer, somente caminhando, caminhando, como Peregrinos do Altar, buscando na Terra o que ficou no Céu, pedindo ao Céu o que expulsaram da Terra.


E assim vão, sem compreender aonde, nem porquê, somente guiadas por uma sombra que surgiu da Luz, a sombra espectral do espírito que se fez nelas.


Mas ele não é nada, é somente um reflexo da obra perfeita e aprisionada, que um dia povoou uma Terra árida e desolada com a Beleza e o Poder da Sua criação.


Por isso: “Antes de Mim (o Espírito dos espíritos, Akasha) não existia nada, depois de ti (a mulher) nada havia, pois somos a única e real Verdade da Criação.”


Os Peregrinos do Altar ainda o buscam, caminham em um Mundo belo e poderoso, como si somente existisse caos e desolação; vão em pós do Altar onde se assenta a Ânfora da Vida, pois acreditam que ao encontrá-la, todas as perguntas serão respondidas.


Mas esqueceram o mais importante: perguntar, pois sem perguntas não há respostas; e também não lembram que a Ânfora derramou a Vida generosamente por todos os lugares, fazendo que desse jeito não exista a necessidade de buscas e peregrinos, somente faltam as perguntas, dirigidas a si mesmos, os si mesmos que se tornaram pequenas Ânforas que contém a Vida.


A falta dessa necessidade, da necessidade de perguntar, gera os desastres naturais, pois a Terra como ser planetário que é, e que foi criado, espera por suas criadoras, espera que se unam a Ela, e enquanto isso não acontece, continua no Caos Primordial, numa tentativa de voltar ao Eon, onde a separação não existia, um Eon, quando a onda fluída das constelações fazia parte Dela, um tempo em que o seco, o árido, o duro, gerava a Vida em meio as névoas da consciência de um Universo ainda adormecido.


Se depois disto você não se compadece pelo sofrimento terrestre, e não toma para si, o fardo da busca, calçando as sandálias dos peregrinos e começa a perguntar, você não merece chamar-se Mulher, nem ser a herdeira da Linhagem Sagrada das Sacerdotisas Escarlatas, as Sacerdotisas da Mãe Terra.


Em definitiva, é simples entender a importância que a Bruxaria Antiga representa nos dias de hoje, como um dos caminhos a ser percorrido, para encontrar novamente a conexão com a Mãe Terra.




Abençoadas/os sejam!




Karla






Fonte:


Magia Bruxa








☽✪☾ Nas Mãos da Lua ☽✪☾

POR QUE A FEITIÇARIA DEVE ACONTECER DENTRO DE UM CÍRCULO?

Bom dia amigas e amigos que prestigiam Nas Mãos da Lua, hoje trago para vocês uma pérola: um pequeno pedaço do Livro A Bruxa Solitária de Rae Beth. Um link para o download do livro está à disposição no final da postagem para aqueles que se interessarem.
Amor e Luz!

Nuit


Vou responder à pergunta de Glyn: "Por que a feitiçaria deve acontecer formalmente,dentro de um círculo? Não poderíamos venerar e trabalhar a magia em qualquer lugar onde estivermos?"A resposta é curta: Nós geralmente trabalhamos dentro de um espaço definido,protegido, sagrado, porque é mais fácil. Aconsciência enaltecida necessária à comunhão e o lançamento de feitiços são mais facilmente atingidos "entre dois mundos". A Deusa e o Deus estão ao redor de nós para que possamos comungar com eles, é verdade. Mais especialmente junto à natureza, em bosques ou jardins, ou campos ou cercas de sebes, em toda parte. Mas a consciência mágica, que alcançamos dentro do círculo, não pode ser vivida em cada momento mundano. Seria a tentativa de compor música ao lado de uma britadeira pneumática; pode ser muito difícil atingir a clareza e a visão interior necessárias para uma invocação, na atmosfera psíquica do mundo comum atual. O círculo propicia a existência de um clima diferente, mais sagrado, e a criação de poderes mágicos.

Tendo falado que a bruxaria não pode ser facilmente praticada em qualquer lugar ou em todos os lugares, e tendo explicado o porquê, digo que mesmo assim muitas pessoas o fazem e inclusive você pode fazer. Se um amigo foi recém-internado num hospital, e você foi avisado de que haverá uma operação de emergência, não espere pela próxima fase propícia da Lua, nem queira obter um círculo cheio. Você vai lançar seu feitiço para curar, onde estiver. É assim que se faz.Sente-se no lugar mais silencioso e confortável que encontrar e feche os olhos. Agora trate de se visualizar cercado por uma esfera de luz azul. Não esqueça que, não importa o que imaginar, há realmente uma verdadeira existência astral e está nos planos interiores.Convoque os Espíritos Guardiães das quatro estações para ajudarem e protegerem. Crie a oferenda apropriada, enquanto invoca a proteção de cada um, para que seja cercado não apenas de luz azul, mas também pelo incenso a leste, uma vela ao sul, uma bacia d'água a oeste e um pentáculo ou travessa com terra ao norte. Não precisa se preocupar imaginando que as coisas possam desaparecer; elas permanecerão o tempo que você quiser, como também os Espíritos Guardiães; exatamente como as partes da sala atrás de você continuam a existir,mesmo quando não estiver olhando. Agora você está "entre os mundos", num leve estado mediúnico. Passe o tempo que quiser, não se apresse. Você se interiorizou no mundo astral;por baixo, por dentro e através. Aqui há infinitas possibilidades, distâncias incomensuráveis,como no espaço externo, no universo. Dentro deste reino, você definiu um espaço. Invoque a presença da Deusa e do Deus, como se houvesse, formalmente, lançado o círculo. Peça sua assistência. Exponha a eles sua intenção mágica. Na profundidade de si mesmo, encontre alinguagem, que não precisa ser especial. Simplesmente ofereça seus pensamentos e sentimentos. Coloque o resultado de sua magia nas mãos dos Deuses.

Agora abra os olhos e lance o feitiço. Pode ser que você queira acender uma vela para a cura do amigo. Primeiro, consagre a vela. Ao acendê-la, diga: Enquanto esta chama queimar, que a chama vital queime iluminada em_______ [o nome do amigo] carregando-o durante o tempo do perigo. Ao baixar a chama da vela, assim se eleve a sua vitalidade.Quanto mais tempo queimar, mais curado ele ficará, pelo poder dos Espíritos Guardiães e em nome da Deusa Tripla e de seu consorte, Rei do Dia e da Noite. O dito acima é apenas um exemplo das palavras que acompanham um feitiço para curar, por meio de uma simples vela.

Na verdade, você vai descobrir que sabe como dizer na hora, e que raramente usará a mesma fórmula mais de uma vez. Poderá em seguida consagrar um pequeno vidro com essência de lavanda ou sândalo,ambos óleos curativos, para ser dado como presente mágico em favor da cura completa. Os feitiços também acontecem de improviso, e não necessariamente para efeito de curar. E você pode usar qualquer material à mão. Uma vez, quando visitava um lugarejo, comprei uns belos cartões e os consagrei, numa lanchonete, à magia. Era tudo que possuía de meios físicos e veículos transmissores para o meu feitiço. Na parte frontal do cartão havia o retrato de uma casa. O feitiço visava obter nossa casa nova. Postei, endereçado para mim mesma e para Cole.Logo meu desejo foi bem-sucedido.

Antes de retornar ao mundo, o mundo exterior, você deve cerrar os olhos novamente.Agradeça à Deusa, ao Deus e aos Espíritos Guardiães, como se acabasse um rito formal dentro do círculo. Deixe permanecer a esfera azul de luz ao seu redor e visualize um pentáculo protetor, um pouco acima de sua cabeça, para ficar ali o tempo que possa precisar.

Agora abra os olhos e pratique seus outros trabalhos.Uma vez presenciei um feitiço lançado com finalidade curativa, num pub cheio de gente. Usou-se papel de uma caderneta comum, uma caneta Bic vermelha, fósforos e um cinzeiro simples, daqueles de bar. O nome da amiga e o nome da doença estavam escritos em vermelho, e o papel queimou no cinzeiro, com a afirmação de que, enquanto queimava, a doença desaparecia. A amiga ainda está saudável, após oito anos.

A bruxaria pode ser praticada em qualquer lugar, e, no caso citado, o bruxo que lançou o feitiço era experiente. Suas habilidades de concentração, visualização, invocação e enfoque eram bem atiladas e desenvolvidas e, sem dúvida, assim se tornaram depois de muitos anos de prática, dentro do círculo, e de profundos estados mediúnicos em ambientes silenciosos.

Não aconselho a lançar feitiços em lugares populosos, pelo menos no início. Tal magia pode não dar certo, se trabalharem dentro de atmosferas desarmoniosas, pode lhes faltar uma percepção adequada sobre como praticar ou mesmo se um feitiço deve ser praticado. E seu equilíbrio psíquico pode ficar perturbado. Usem discrição e humildade. Na verdade, os feitiços em pubs e lugares semelhantes, praticados de maneiras simples, são para os mais experientes. Vocês podem queimar os dedos de diversos modos!

É um fato estranho da vida que, na magia, quanto menos experientes formos, mais parafernália vamos precisar para obter os efeitos desejados. Mesmo os mais hábeis trabalham melhor com ferramentas e equipamentos especializados — athame (faca), robe, vara,caldeirão e assim por diante. Estas coisas têm uma beleza e um significado simbólico antigo.Também ficam altamente carregados de poder e representação após muito uso; portanto, apenas um toque já é meio caminho andado "entre os mundos".Às vezes, é preciso toda a nossa humildade para admitir o quanto necessitamos dessas ferramentas, um rito formal, um espaço certo, um lugar sagrado. Mas é assim no mundo em que vivemos.


Iluminados e abençoados sejam.
Rae







Fonte:Livro: A Bruxa Solitária
















☽✪☾ Nas Mãos da Lua ☽✪☾

sábado

DANÇAS CIRCULARES



Em círculo ritualizamos as mudanças da lua no céu, o giro do sol durante o ano.


Em círculo dançamos, relembramos antigos mitos, trocamos mistérios da espiritualidade feminina.


A forma circular é a escolha porque conforma em mandalas os movimentos espiralados da natureza e suas trajetórias cíclicas.


Pense na gota d’água, na flor, na Terra, no zodíaco, na célula humana, na barriga de uma grávida, no movimentar dos corpos.


Pense também no tempo, descrito pelos ancestrais em círculos de pedras, antigos calendários circulares, nas celebrações da Roda do Ano, na imagem da Deusa tríplice. Um movimento perfeito, sem início ou fim, como a serpente que morde a própria cauda.


Dentro do círculo, encontramos os significados mais profundos ligados à psique. Ao detalhar as formas, enxergaremos a mescla de cruzes, triângulos, quadrados, estrelas. Verdadeiro caleidoscópio!


No centro do espelho multifacetado, um ponto central, representando a totalidade.


Os passos das danças circulares podem evoluir do básico ao mais elaborado. O enfoque da Dança Circular não é a técnica, e sim a experiência coletiva de criação, o sentimento de união, o espírito comunitário que se percebe a partir do movimento de cada um, possibilitando o movimento coletivo.


A força do Círculo é conhecida há milênios, e é um poderoso símbolo de unidade e totalidade. O trabalho em círculo quebra hierarquias e une os participantes em função do todo.


As Danças Circulares proporcionam a harmonização individual e o centramento através da prática em grupo.


Esse processo de transformação acontece em um ambiente de beleza e alegria, permitindo a união de culturas de diferentes partes do planeta, através de músicas étnicas, clássicas e new age.


A roda oferece às pessoas - independente de contatos anteriores com a dança - a oportunidade de caminharem juntas, de mãos dadas, seguindo um único ritmo, como parte de um processo de aprendizagem.


Dançar em círculo é aprender a olhar o outro de igual para igual.


Nessa teia secular, resgatamos o sagrado, redesenhando os ciclos da vida.




Karla




Fonte deste texto:Teia de Thea - visite

Visite

ELEMENTAIS

O Google nos deixou 24 horas fora do ar e ontem não tivemos tempo de postar.A vida é intensa Irmãos.Hoje o que trago são algumas palavras sobre os Elementais.Aproveite este texto bem bacana.


ONDINAS
Esta classificação aplica-se a todos os seres associados ao elemento água e à sua força.
Estão presentes nos lugares onde há uma fonte natural de água. A atividade das ondinas se manifesta em todas as águas do planeta, quer provenham de chuvas, rios, mares, oceanos,etc. Da mesma forma que os gnomos, estão sujeitas à mortalidade, mas sua longevidade e resistência são bem maiores.
A água é a fonte da vida e estes seres são essenciais para nos auxiliar a encontrar a nascente interior. Despertam em nós os dons da empatia, da cura e da purificação.
Muitas lendas sobre sereias, damas dos lagos e demais espíritos aquáticos sobreviveram até os nossos dias. Na realidade, trata-se de uma categoria mais evoluída de fadas que operam no interior do elemento, já que a natureza das ondinas é bem mais primária e menos desenvolvida. Os espíritos da água aparecem com maior freqüência sob forma feminina, mas formas masculinas como os tritões também estão presentes entre os espíritos mais evoluídos do elemento. As ondinas colaboram para a manutenção de nossos corpos astrais. Despertam e estimulam a natureza emotiva. Realçam nossas intuições psíquicas e respostas emocionais. As energias da criação e do nascimento, assim como a premonição e imaginação criativa, pertencem a seu domínio.
Também nos ajudam a absorver, digerir e assimilar as experiências da vida para que façamos pleno uso delas. Além disso, é graças a elas que sentimos o profundo êxtase presente nos atos vitais criativos, seja de natureza sexual, artística ou até no cumprimento dos deveres com o toque emocional adequado.
As ondinas freqüentemente fazem sentir sua presença no plano onírico. Sonhos em ambientes aquáticos ou que transbordam sensualidade espelham a sua atividade permitindo um aumento da criatividade em nossas vidas. O trabalho com elas nos ajuda a controlar e direcionar a atividade onírica, bem como a fortalecer o corpo astral, possibilitando vivências mais nítidas e conscientes durante viagens aos planos astrais.
Uma ondina em particular nos acompanha ao longo de toda a vida. A sintonia com ela possibilita o contato com outros seres de seu elemento. Esse nosso elemental pessoal da água desempenha funções importantes no tocante à circulação dos fluidos corporais, tais como o sangue e a linfa. As enfermidades sangüíneas contaminam as ondinas, e atam-nas, contra sua vontade, ao karma e aos efeitos indesejáveis da enfermidade.
Sempre que abusamos de nossos corpos, abusamos também das ondinas, pois, uma vez designadas para acompanhar um ser humano, são obrigadas a sentir esses efeitos negativos, inclusive porque dependem de nós para o seu crescimento e só evoluem à medida que também o fazemos. A conexão insatisfatória com nossa ondina pessoal e demais seres do reino das águas gera distúrbios psicológicos, emocionais e até psíquicos. A compaixão faz-se ausente. Deixamos de confiar em nossa intuição e desenvolvemos um medo desenfreado da dor. Pode não acarretar a total perda da sensibilidade, mas no fará parecer frios aos olhos alheios. A falta de simpatia, de empatia e de amor à vida invariavelmente refletem falta de entrosamento com as ondinas e demais espíritos desse elemento, os quais dirigem nossa atividade emocional. A ruptura com esse equilíbrio harmônico aumenta a presença de toxinas no organismo, pois o elemento água já não flui livremente para desempenhar sua função purificadora.
Por outro lado, uma ligação exagerada com tais elementais pode nos afogar emocionalmente, tornando-nos contraditórios nos sentimentos. A retenção de água no organismo é um bom indício físico de que isto está acontecendo. Quando tal ocorre, passamos a maior parte do tempo concentrados em nossos pensamentos. A imaginação torna-se pronunciadíssima e evidencia-se nas ações uma tendência ao extremismo. O excesso do elemento água nos torna compulsivamente passionais, além de gerar exagerada sensualidade, medo e isolamento. Passamos a dedicar grande parte do tempo a anseios e delírios emocionais, em detrimento de ações concretas. Disso resulta uma acentuada sensação de vulnerabilidade.
Por intermédio de nossa ondina pessoal, entramos em contato com os sentimentos e emoções mais profundas do nosso ser e despertamos para a unicidade da criação. Elas nutrem nossa capacidade de sustento e suprimento, e descortinam diante de nós um vasto oceano emocional onde podemos encontrar compaixão curativa e intuição. Em razão de sua natureza fluídica, a melhor maneira de controlar as ondinas é por meio da firmeza.




SALAMANDRAS (Elementais do FOGO)


As salamandras se encontram por toda parte. Nenhum fogo é aceso sem o seu auxílio. Sua atividade é intensa no subsolo e no interior do organismo e da mente.
São responsáveis pela iluminação, pelo calor, pelas explosões e pelo funcionamento dos vulcões.
Não se deve confundi-las com os homônimos anfíbios, tipo lagartos do plano físico. Foram os movimentos serpenteantes desses elementais no interior das labaredas de fogo, semelhantes aos movimentos sinuosos das caudas dos lagartos e lagartixas, que lhes valeram esse curioso nome. Porém, essa é a única relação entre eles e o animal.
As salamandras despertam poderosas correntes emocionais no homem. Alimentam os fogos do idealismo espiritual e da percepção. Sua energia auxiliar a demolição do que é velho e a edificação do novo. Isto porque o fogo tanto pode ser destrutivo quanto criativo em suas formas de expressão.
Os elementais do fogo trabalham com o homem e com o mundo por intermédio do calor, do fogo e das chamas, quer se trate da chama de uma vela, das chamas etéreas ou da própria luz solar. São incrivelmente eficientes nos trabalhos de cura, pois ajudam a desintoxicar o organismo, sobretudo nas situações críticas. Mas devem ser empregadas com muita cautela, pois suas energias radiantes são dificílimas de controlar. De modo geral, encontram-se sempre presentes quando a cura está para se manifestar.
Os elementais do fogo colaboram imensamente para a preservação de nosso corpo espiritual. A energia irradiada pelas salamandras ao nosso corpo espiritual perpassa todos os planos até atingir o corpo físico. Elas intensificam a espiritualidade elevada, a fé e o entusiasmo. Colorem nossa percepção e ampliam o discernimento espiritual para que ele sobrepuje o psiquismo inferior.
Uma salamandra foi designada para acompanhar cada um de nós ao longo dessa existência. Ela contribui para o bom funcionamento do corpo físico, a manutenção da temperatura corporal adequada, estimula o metabolismo orgânico para a continuidade da boa saúde e auxiliar a circulação. O metabolismo lento é indício de uma atividade relaxada das salamandras. Já o metabolismo acelerado pressupõe uma atividade exacerbada dos seres e espíritos do fogo.
Uma boa conexão e relacionamento com nossa salamandra pessoal estimula a vitalidade e a franqueza. Elas nos ajudam a desenvolver vontade própria e firmeza, além de impulsionar fortes correntes espirituais positivas e bem-determinadas. Fomentam o sentido de auto- estima, mantêm as aspirações em alta e nos impulsionam a uma atuação marcante no cenário da vida.
A fraca ligação com nosso elemental pessoal e demais espíritos do fogo configura-se como falta de ânimo, esmorecimento em relação à vida, falta de fé e crescente senso de pessimismo. Por outro lado, a proximidade demasiado intensa com estes elementais e outros do reino pode acarretar falta de autocontrole e de sensibilidade. Haverá tendência à irrequietude e a um excesso de atividade que pode levar a um desgaste do ser. A falta de paciência também é reflexo da influência excessiva desse elemento.
De todos os elementais, as salamandras são os mais difíceis de compreender e aqueles com os quais a harmonização é mais complexa. A melhor forma de controlá-los é agir serenamente. Podemos controlar nosso fogo interior por meio da calma e de uma postura tranqüila e satisfeita em relação à vida. Em outros termos, significa aceitar a existência como ela é, aqui e agora.
Além de serem agentes primordiais da natureza, as salamandras adoram a música e sentem-se fortemente atraídas por ela, sobretudo quando está sendo composta. Suas energias são vibrantes. Controlá-las e direcioná-las de modo a produzir resultados positivos requer tamanha habilidade. Recomenda-se a todo compositor, poeta ou qualquer um que exerça atividade criativa, que procure cultivar uma melhor sintonia com as salamandras.
Nossas salamandras pessoais nos auxiliam a compreender os mistérios do fogo. Ajudam a despertar os níveis mais elevados de nossa espiritualidade e a elevar o patamar de nossas aspirações. De forma geral, estimulam e fortalecem o campo áurico a tal ponto que facilitam o reconhecimento das forças espirituais atuantes em nossas vidas e o contato com elas.




SILFOS (Elementais do AR)


Os silfos são, dentre os elementais, os que mais se aproximam da concepção que geralmente fazemos dos anjos e fadas, e freqüentemente trabalham lado a lado com esses mesmos anjos. Eles correspondem à força criadora do ar. A mais suave das brisas, assim como o mais violento dos furacões são resultado de seu trabalho.
O ar é a fonte de toda energia vital. Tem recebido nomes variados em diversas partes do globo como prana, chi, ki etc. mas é sempre essencial à vida. Podemos passar sem comida ou água por períodos mais ou menos longos, entretanto é impossível viver sem ar por um período prolongado de tempo, pois respirar é necessidade básica à manutenção da existência.
Nem todos os silfos trabalham e vivem obrigatoriamente na atmosfera. Muitos possuem elevada inteligência e trabalham para criar o ar e correntes atmosféricas adequadas à vida na Terra.
Quando respiramos profundamente e sentimos um doce frescor no ar, estamos nos familiarizando com o fruto do trabalho deles. Vários silfos desempenham funções específicas ligadas à atividade humana. Alguns trabalham para aliviar a dor e o sofrimento. Outros para estimular a inspiração e criatividade. Uma de suas tarefas mais específicas consiste em prestar auxilio às almas de crianças que acabam de fazer a transição. Também atuam temporariamente como anjos da guarda até estarmos mais receptivos e preparados.
Um silfo é designado para acompanhar cada ser humano ao longo de sua existência. Este silfo nos ajuda a conservar e desenvolver o corpo e aperfeiçoar os processos mentais. Assim, nossos pensamentos, bons ou maus, afetam-nos intensamente. Eles encorajam a assimilação de novos conhecimentos e fomentam a inspiração. Trabalham para purificar e elevar nossos pensamentos e inteligência, e também nos auxiliam a equilibrar o uso conjunto das faculdades racionais e intuitivas. No plano físico, nosso silfo pessoal trabalha para que assimilemos melhor o oxigênio presente no ar que respiramos, bem como para manter adequadamente todas as outras funções que o ar desempenha no corpo e no meio ambiente. A exposição à poluição, fumaça, etc. afeta a aparência do silfo e compromete severamente a eficiência de seu trabalho no âmbito de nossas vidas.
Eles freqüentemente se apresentam sob forma humana, mas são assexuados e chegam a inspirar este tipo de comportamento em alguns seres humanos. Tenho observado que as pessoas nas quais predomina a atividade dos silfos geralmente não colocam a sexualidade no topo de sua lista de prioridades, e freqüentemente não conseguem compreender por que isso ocorre com tanta gente. Embora pareça indicar uma certa ruptura com o plano sentimental (elementais da água), devemos ser bastante cautelosos ao fazer tais presunções. O que acontece é que os silfos direcionam este ímpeto sexual e criativo para outros canais de expressão, a saber o próprio trabalho. Contudo, é preciso muito cuidado para não incorrer em extremos; afinal, nenhum de nós pode prescindir de um equilíbrio entre os quatro elementos.
Uma conexão muito forte com os espíritos e elementais do ar torna nossa mente tão ativa que ela passa a requerer constante controle e direção. Pode gerar excesso de curiosidade e intrometimento, paralisar a vontade em virtude da exagerada análise mental e hiperestimular o sistema nervoso, fazendo com que necessitemos de freqüentes mudanças. Além disso, pode ocasionar diversas formas de excentricidade, ou ainda induzir a um fanatismo acompanhado de falta de emoção e de sensibilidade. Também costuma gerar um desprendimento em relação ao que é físico e total desinteresse pelas atividades terrenas.
Já a falta de afinidade com os seres deste reino, incluindo o nosso silfo pessoa, pode distorcer nossa capacidade de percepção a ponto de eliminar o bom senso. É possível que fiquemos tão envolvidos com atividades e emoções que não sobre tempo para refletir sobre a própria vida. A tremenda falta de visão perspectiva que resulta disso pode debilitar gravemente o sistema nervoso e, sob essas condições, a curiosidade e imaginação tornam-se escassas ou mesmo inexistentes.
Os silfos provocam inspiração e afetam as faculdades mentais. A conexão com nosso silfo pessoa facilita a assimilação de novos conhecimentos, pois ele trabalha conosco para expandir a sabedoria.
Também são úteis na proteção do lar e propriedades em geral, porque suas abundante energia confunde as mentes de possíveis intrusos, preocupando-os e fazendo com que pensem duas vezes antes de invadir o espaço alheio.
A sintonia com o silfo pessoal confere acesso ao reino dos arquétipos. Ajuda a coordenar e verbalizar nossas percepções. Estimula a liberdade, o equilíbrio mental e uma saudável curiosidade.
A maneira mais eficaz de controlar nosso silfo pessoal é por meio da constância. Uma abordagem consistente e determinada da vida é indubitavelmente a melhor de todas, pois só ela assegura o pleno cumprimento de nossas resoluções.




GNOMOS (Elementais da TERRA)


Esta denominação genérica abrange diversos seres desse plano elemental no reino das fadas. Não deve ser confundida com a concepção geral de gnomo que aparece em alguns livros, a qual representa apenas uma modalidade deles. Suas formas variam, mas em geral apresentam consistência e aparência "terrosas". Não são capazes de voar e o fogo os queima. Crescem e envelhecem da mesma maneira que o homem.
Diversos entes se agrupam nesta categoria e seu nível de consciência varia. São responsáveis pela manutenção da estrutura física da Terra. Ajudam-nos a perceber as cores, a sentir as energias da Terra e ensinam a utilização das forças ocultas.
Os gnomos são essenciais ao desenvolvimento de plantas, flores e árvores. Fornecer o colorido para as plantas, criar minerais e cristais e conservar o planeta Terra propício ao crescimento e evolução constituem algumas de suas tarefas. São dotados de grande destreza.
Os gnomos são os guardiões dos tesouros da Terra e, quando entramos em sintonia com eles, podem nos auxiliar a localizar riquezas subterrâneas e outros tipos de tesouros onde quer que estejam. Estes tesouros podem ser uma fonte energética oculta de um cristal ou mesmo o próprio ouro alquímico interior.
Operam com o homem por meio da natureza. Conferem a cada pedra a sua própria individualidade e energia característica. É por esse motivo que cada tipo de árvore, rocha ou flor possui algo diferente a nos ensinar.
Os gnomos também trabalham para preservar o corpo físico do homem, sua composição, assimilação de minerais, etc. Sem o seu auxílio não seríamos capazes de funcionar adequadamente no plano físico.
Um elemental da terra é designado para nos acompanhar ao longo de nossa vida - desde o nascimento - com o intuito de nos auxiliar a conservar o aparelho físico. É graças a essa conexão íntima que eles evoluem e adquirem alma. Nossos atos os influenciam e afetam grandemente. Ao abusar de nossos corpos, automaticamente abusamos do elemental que é responsável por ele.
Este elemental que nos auxiliar a desenvolver a percepção por meio dos sentidos físicos com consciência e confiabilidade é que nos ensina a cautela e prudência.
Uma conexão enfraquecida com o nosso gnomo pessoal e elementais da terra em geral nos torna um pouco "lunáticos" e com tendência a desconsiderar os pré-requisitos básicos da sobrevivência.
Provavelmente nos sentiremos deslocados e à deriva num universo fantasioso. Quase sempre manifesta-se forte tendência a negligenciar os cuidados com o corpo físico e a andar sem olhar para onde vamos.
Todas essas características indicam que precisamos nos aproximar mais de nosso gnomo pessoal.
Já a ligação excessiva com os elementais e espíritos da terra acarreta uma visão tacanha do mundo. Tornamo-nos excessivamente práticos, cépticos e cínicos. Sua energia pode nos transformar em pessoas demasiado cautelosas e conservadoras, desconfiadas e sem imaginação.
A sintonia equilibrada com o gnomo pessoal e suas energias nos faz desenvolver autodeterminação e estima. Ao permitir sua influência, tornamo-nos espontaneamente prestativos e humildes. A maneira mais fácil de controlar e direcionar os gnomos é por meio de uma generosidade espontânea.




Lugh






















☽✪☾ Nas Mãos da Lua ☽✪☾


Olá! Você estã Nas Mãos da Lua!

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